Representante da OAB diz que estatuto ajudará a combater discriminação
Da Redação | 13/05/2005, 00h00
A demora na aprovação do Estatuto da Igualdade Racial, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), depõe contra o Brasil junto aos organismos internacionais de combate ao racismo. A afirmação foi feita pelo representante paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marco Antonio Zito Alvarenga, durante sessão especial realizada nesta sexta-feira (13) para debater questões de raciais.
"O estatuto é importante, pois trata da inclusão social do negro que, muitas vezes, é considerado cidadão de segunda categoria. Os movimentos de afirmação positiva são cada vez mais necessários para diminuir os efeitos maléficos da discriminação. O racismo é forte e violento. E a discriminação racial é doença que mata, agride e deixa marcas em suas vítimas", disse Alvarenga.
Na avaliação do representante da OAB-SP, eventos como a audiência pública promovida pelo Senado servem para aprimorar as leis de combate ao racismo no Brasil.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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