Suplicy defende direito à vida, mas também direito a uma vida melhor

Da Redação | 06/10/2004, 00h00

O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) elogiou o esforço dos senadores integrantes da Comissão de Educação (CE), por terem conseguido encontrar um ponto de equilíbrio na Lei de Biossegurança, contemplando os católicos que defendem o direito à vida e aqueles que defendem o direito dos portadores de doenças genéticas e degenerativas utilizarem as células embrionárias para terem uma vida melhor.

Ele pediu que a inscrição, nos Anais do Senado, de várias correspondências recebidas de cidadãos brasileiros que dependem das terapias embrionárias para continuar a viver, lembrando que as pesquisas nessa área poderão salvar muitas vidas no futuro. Diabetes, males de Alzheimer e de Parkinson, e esclerose múltipla são algumas das doenças que podem vir a ser tratadas com a utilização dessas terapias.

Suplicy fez questão de afirmar sua oposição a qualquer clonagem reprodutiva com a pretensão de duplicar um ser humano. Segundo ele, o projeto veda todas as pesquisas que tenham esse objetivo.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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