Papaléo elogia o trabalho da Embrapa
Da Redação | 26/08/2004, 00h00
Ao elogiar o trabalho desenvolvido há 31 anos pela Empressa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o senador Papaléo Paes (PMDB-AP) disse que ela assegura mais agilidade às ações necessárias ao desenvolvimento sustentável do agronegócio, através da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias. Para isso, explicou, a Embrapa se estruturou em 37 centros de pesquisa, três serviços e 11 unidades centrais. A Embrapa, ressaltou o senador, extrapolou o território brasileiro e mantém, na área de cooperação internacional, 275 acordos de cooperação técnica com 56 países e 155 instituições de pesquisa internacionais. Para facilitar essas ações, a empresa instalou, com apoio do Banco Mundial, laboratórios para o desenvolvimento de pesquisa em tecnologia de ponta, contando com as bases físicas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em Washington, e da Agrópolis, na Universidade de Montpellier, na França. Papaléo classificou o corpo de funcionários da Embrapa como “altamente qualificado”. Ele acrescentou que são 2.200 pesquisadores, dos quais 39% com mestrado, 51% com doutorado e 7% com pós-doutorado. Ainda existem outros 6.300 funcionários, sendo 1.700 com nível superior e 1.900 com 2º grau completo. O senador notou que, apesar da área plantada do país ter crescido apenas 25%, houve um salto de 85% na produtividade. - Mesmo com a estagnação da economia brasileira, o PIB do setor agropecuário cresceu 5% no ano passado, cabendo boa parte do mérito à Embrapa - frisou. Papaléo acrescentou que, além da produção de alimentos, a Embrapa busca gerar vantagens competitivas para a agricultura nacional, criando mecanismos que permitam a proteção, no Brasil e no mundo, do capital intelectual gerado por ela e a utilização desse capital como moeda forte nas negociações internacionais.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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