Eduardo quer ações do governo para superar atraso e estimular desenvolvimento
Da Redação | 25/08/2004, 00h00
Embora confessando “admirar muito” a política internacional do governo Lula, o senador tucano observou que ainda há “um Brasil inteiro a desenvolver” e condenou, por exemplo, a elevada carga tributária incidente sobre a produção de softwares, que estaria colocando o país em posição de desvantagem na competição com a China e a Índia.
A pressão tributária foi considerada pelo senador como fator de desestímulo à contratação formal de trabalhadores. Por outro lado, acrescentou, a ação de fiscais do Ministério do Trabalho no combate à contratação de mão-de-obra em regime escravo também não estaria livre de equívocos e excessos.
- Alguns fazendeiros em meu estado foram multados por não oferecer copos descartáveis, mas de alumínios, aos seus funcionários - comentou.
Na opinião do senador, é preciso que, em relação ao setor produtivo, o governo adote uma postura “de quebrar as amarras que impedem o desenvolvimento”.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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