Lúcia Vânia avalia que programa de farmácias populares é caro e injustificável
Da Redação | 19/08/2004, 00h00
De acordo com a senadora, conforme o programa, o usuário sem recursos terá de pagar pelos medicamentos, quando pode utilizar o Sistema Único de Saúde (SUS), cuja finalidade é atender a população carente, cobrindo os custos com remédios. Além disso, acrescentou Lúcia Vânia, o governo terá de gastar R$ 277 milhões para instalar 100 farmácias populares, quando o Ministério da Saúde sequer recebeu dotações orçamentárias de 2003, na faixa de R$ 1 bilhão, afirmou.
A senadora por Goiás sugeriu que os recursos utilizados com a implantação das farmácias populares sejam redirecionados para outros programas sociais da área de saúde e para o fortalecimento do SUS, que a seu ver tem sido mal gerenciado. Ela explicou que o governo gastará R$ 255 milhões com a aquisição e distribuição de medicamentos, R$ 2 milhões com a implantação das farmácias e R$ 20 milhões com a manutenção das mesmas.
- Não há nada que justifique estes gastos - enfatizou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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