Patrocínio destaca avanço da produção de sementes de girassol no Tocantins
Da Redação | 27/08/2001, 00h00
A produção de sementes de girassol está levando progresso aos agricultores do Tocantins, que colhem safras cada vez maiores e com índices de produtividade superiores às médias dos estados de Goiás e Mato Grosso. A informação é do senador Carlos Patrocínio (sem partido-TO), que enviou voto de congratulações aos produtores de sementes de girassol nos municípios de Dianópolis e Lagoa da Confusão.
O parlamentar entende que a elevação da produção e da produtividade agrícolas é uma "obrigação irrecusável, sobretudo em país com as dimensões que ostentamos". Sem o desenvolvimento e a modernização do setor rural, argumentou Patrocínio, não haveria como cogitar da melhoria do bem-estar da população, no campo e nas cidades.
Daí a importância dos resultados obtidos pelos produtores tocantinenses na produção de sementes de girassol, acrescentou o senador. Com o apoio da Federação da Agricultura do estado e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os agricultores de Dianópolis conseguiram 3,016 quilos por hectare em lavoura de sequeiro, enquanto os produtores de Lagoa da Confusão alcançaram 3,9 quilos por hectare em lavoura irrigada.
De acordo com Patrocínio, nos estados de Mato Grosso e de Goiás a produtividade média do girassol de sequeiro oscila em torno de 1,8 quilos por hectare. A produção de sementes de girassol no Tocantins beneficia-se da dispensa de terras muito úmidas, de um custo de produção por hectare que se equipara ao da soja (em torno de 600 reais por hectare) e de uma distância menor entre os centros de produção e a indústria de esmagamento.
O senador destacou, ainda, o apoio do sistema de crédito rural do Banco do Brasil no Tocantins e a contribuição que o setor agropecuário brasileiro dará, neste ano, ao esforço de equilíbrio da balança comercial do país. O setor rural, calculou Patrocínio, poderá gerar um superávit de 15 bilhões de dólares em 2001.
O parlamentar entende que a elevação da produção e da produtividade agrícolas é uma "obrigação irrecusável, sobretudo em país com as dimensões que ostentamos". Sem o desenvolvimento e a modernização do setor rural, argumentou Patrocínio, não haveria como cogitar da melhoria do bem-estar da população, no campo e nas cidades.
Daí a importância dos resultados obtidos pelos produtores tocantinenses na produção de sementes de girassol, acrescentou o senador. Com o apoio da Federação da Agricultura do estado e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), os agricultores de Dianópolis conseguiram 3,016 quilos por hectare em lavoura de sequeiro, enquanto os produtores de Lagoa da Confusão alcançaram 3,9 quilos por hectare em lavoura irrigada.
De acordo com Patrocínio, nos estados de Mato Grosso e de Goiás a produtividade média do girassol de sequeiro oscila em torno de 1,8 quilos por hectare. A produção de sementes de girassol no Tocantins beneficia-se da dispensa de terras muito úmidas, de um custo de produção por hectare que se equipara ao da soja (em torno de 600 reais por hectare) e de uma distância menor entre os centros de produção e a indústria de esmagamento.
O senador destacou, ainda, o apoio do sistema de crédito rural do Banco do Brasil no Tocantins e a contribuição que o setor agropecuário brasileiro dará, neste ano, ao esforço de equilíbrio da balança comercial do país. O setor rural, calculou Patrocínio, poderá gerar um superávit de 15 bilhões de dólares em 2001.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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