Hartung pede proteção para conselheiro da OAB-ES
Da Redação | 14/08/2001, 00h00
O senador Paulo Hartung (PPS-ES) pediu ao ministro da Justiça, José Gregori, proteção para o conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil - seção Espírito Santo (OAB-ES), Gustavo Varela. O conselheiro, que tem recebido ameaças de morte, foi o relator da representação que o prefeito de Cachoeiro do Itapemirim, Teodorico Ferraço, apresentou contra o governador do estado, José Ignácio Ferreira. A representação acabou por originar uma investigação judicial e uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) na Assembléia Legislativa capixaba.
Em ofício enviado nesta terça-feira (dia 14) para o ministro, o senador resume reportagem publicada no jornal A Gazeta , a qual narra as ameaças. Para Hartung, "trata-se de uma tentativa de intimidar e fazer calar vozes que começam a desestabilizar a corrupção, o desmando e o crime organizado no estado".
A reportagem foi lida em Plenário pelo parlamentar. Nela, o presidente da OAB-ES, Agesandro da Costa Pereira, afirma que "as ameaças têm como objetivo impedir que a OAB continue com sua atividade institucional no Espírito Santo". O advogado informa que as ameaças foram feitas à integrante do Tribunal de Ética da entidade, Elisângela Leite Melo, e ao procurador-chefe da República no Estado, Henrique Herkenhoff, amigo de Varela.
De acordo com o jornal, Agesandro informou que todos os processos sob a responsabilidade de Varela na OAB-ES "são desdobramentos desse processo inicial, que podem atingir pessoas que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal". Ele disse ainda que as informações enviadas à OAB pelo Ministério Público e pela CPI contêm implicações contra advogados militantes no estado.
Em ofício enviado nesta terça-feira (dia 14) para o ministro, o senador resume reportagem publicada no jornal A Gazeta , a qual narra as ameaças. Para Hartung, "trata-se de uma tentativa de intimidar e fazer calar vozes que começam a desestabilizar a corrupção, o desmando e o crime organizado no estado".
A reportagem foi lida em Plenário pelo parlamentar. Nela, o presidente da OAB-ES, Agesandro da Costa Pereira, afirma que "as ameaças têm como objetivo impedir que a OAB continue com sua atividade institucional no Espírito Santo". O advogado informa que as ameaças foram feitas à integrante do Tribunal de Ética da entidade, Elisângela Leite Melo, e ao procurador-chefe da República no Estado, Henrique Herkenhoff, amigo de Varela.
De acordo com o jornal, Agesandro informou que todos os processos sob a responsabilidade de Varela na OAB-ES "são desdobramentos desse processo inicial, que podem atingir pessoas que estão sendo investigadas pelo Ministério Público Federal". Ele disse ainda que as informações enviadas à OAB pelo Ministério Público e pela CPI contêm implicações contra advogados militantes no estado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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