Ficção científica na programação do Cultura ao Meio-Dia em maio
Da Redação | 30/04/2001, 00h00
Durante o mês de maio, o Projeto Cultura ao Meio-Dia, desenvolvido pela Subsecretaria de Relações Públicas do Senado Federal, vai apresentar uma programação especial, com produções do cinema americano.
Nesta quarta-feira (dia 2), será exibido Planeta Vermelho, ficção científica sobre uma expedição de astronautas que vai a Marte em busca de um local onde a espécie humana possa sobreviver. Dirigido por Antony Hoffman, o filme tem no elenco Val Kilmer e Tom Sizemore.
No dia 9 a atração será Suando Frio, dirigido por Hugh Johson, com Cuba Gooding Jr., filme de ação sobre operação secreta de pesquisa científico-militar que fica fora de controle, provocando a morte de diversos funcionários.
Cowboys do Espaço, filme de Clint Eastwood, com ele próprio, Tommy Lee Jones, Donald Sutherland, James Garner e James Cromwell, será exibido no dia 16. O filme narra a história de Frank Corvin, um piloto aposentado que chegou a trabalhar na Nasa, que é chamado às pressas para consertar no espaço um antigo satélite, mas impõe como condição levar três amigos consigo.
No dia 23, será apresentado O Exorcista>, produção de 1973 dirigida por Willian Friedkin, com Ellen Burstyn e Max Von Sydow. História de terror, que se passa em um bairro tranqüilo, onde Regan, uma jovem inocente sofre de um mal desconhecido. Os médicos tentam em vão tratá-la. Em desespero, sua mãe chama um padre que decide realizar um exorcismo.
"Auto da Compadecida"
Mais de 500 pessoas lotaram o auditório Petrônio Portela, na última quarta-feira, para assistir ao longa metragem O Auto da Compadecida. Dirigido por Guel Arraes e baseado em peça homônima de Ariano Suassuna, O Auto faz parte de uma nova safra de filmes nacionais, posteriores a Central do Brasil (de 1998), que têm merecido o elogio da crítica e os aplausos do público.
Alguns dos responsáveis por essa revitalização da produção cinematográfica, como João Moreira Sales, autor de História de uma Guerra Particular, estão entre os que compareceram à Subcomissão do Cinema Brasileiro, que funcionou no âmbito da Comissão de Educação do Senado até novembro do ano passado. Em oito audiências públicas, foram ouvidos depoimentos de profissionais da produção, distribuição e exibição, como Mariza Leão, Luis Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues, entre outros.
Com as informações obtidas durante as audiências, os senadores puderam formar uma idéia mais clara da história do Cinema Brasileiro. Marcada por ciclos de crescimento que sempre se alternam com outros de retração, a produção de filmes, no país, já alcançou a média de cem realizações por ano, como se deu entre as décadas de 70 e80. tendo caído para índices próximos a zero, Por efeito do desmonte que o governo Fernando Collor promoveu no setor.
Na última quinta-feira, a subcomissão temporária, que já tivera suas atribuições ampliadas e fora transformada em permanente, elegeu o senador Freitas Neto (PFL-PI) e Saturnino Braga (PSB-RJ) para presidente e vice, respectivamente. Essas mudanças ocorreram em sintonia com proposta encaminhada pela categoria, durante a realização do 3º Congresso Brasileiro de Cinema, realizado no segundo semestre do ano passado, em Porto Alegre.
Depois de mapear os principais entraves que dificultam o fortalecimento do audiovisual, a Subcomissão Permanente de Cinema, Comunicação Social e Informática deverá apresentar algumas propostas. Entre elas, os senadores cogitam, através de mudanças legislativas, uma aliança entre o cinema e a televisão, além da criação de uma taxa que será cobrada aos filmes estrangeiros.
Atualmente, o mercado de exibição, que já teve mais de quatro mil salas, está restrito a cerca de 1.300 salas, das quais aproximadamente 85% estão regularmente ocupadas por filmes estrangeiros, em sua maioria norte-americanos.
Nesta quarta-feira (dia 2), será exibido Planeta Vermelho, ficção científica sobre uma expedição de astronautas que vai a Marte em busca de um local onde a espécie humana possa sobreviver. Dirigido por Antony Hoffman, o filme tem no elenco Val Kilmer e Tom Sizemore.
No dia 9 a atração será Suando Frio, dirigido por Hugh Johson, com Cuba Gooding Jr., filme de ação sobre operação secreta de pesquisa científico-militar que fica fora de controle, provocando a morte de diversos funcionários.
Cowboys do Espaço, filme de Clint Eastwood, com ele próprio, Tommy Lee Jones, Donald Sutherland, James Garner e James Cromwell, será exibido no dia 16. O filme narra a história de Frank Corvin, um piloto aposentado que chegou a trabalhar na Nasa, que é chamado às pressas para consertar no espaço um antigo satélite, mas impõe como condição levar três amigos consigo.
No dia 23, será apresentado O Exorcista>, produção de 1973 dirigida por Willian Friedkin, com Ellen Burstyn e Max Von Sydow. História de terror, que se passa em um bairro tranqüilo, onde Regan, uma jovem inocente sofre de um mal desconhecido. Os médicos tentam em vão tratá-la. Em desespero, sua mãe chama um padre que decide realizar um exorcismo.
"Auto da Compadecida"
Mais de 500 pessoas lotaram o auditório Petrônio Portela, na última quarta-feira, para assistir ao longa metragem O Auto da Compadecida. Dirigido por Guel Arraes e baseado em peça homônima de Ariano Suassuna, O Auto faz parte de uma nova safra de filmes nacionais, posteriores a Central do Brasil (de 1998), que têm merecido o elogio da crítica e os aplausos do público.
Alguns dos responsáveis por essa revitalização da produção cinematográfica, como João Moreira Sales, autor de História de uma Guerra Particular, estão entre os que compareceram à Subcomissão do Cinema Brasileiro, que funcionou no âmbito da Comissão de Educação do Senado até novembro do ano passado. Em oito audiências públicas, foram ouvidos depoimentos de profissionais da produção, distribuição e exibição, como Mariza Leão, Luis Carlos Barreto, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues, entre outros.
Com as informações obtidas durante as audiências, os senadores puderam formar uma idéia mais clara da história do Cinema Brasileiro. Marcada por ciclos de crescimento que sempre se alternam com outros de retração, a produção de filmes, no país, já alcançou a média de cem realizações por ano, como se deu entre as décadas de 70 e80. tendo caído para índices próximos a zero, Por efeito do desmonte que o governo Fernando Collor promoveu no setor.
Na última quinta-feira, a subcomissão temporária, que já tivera suas atribuições ampliadas e fora transformada em permanente, elegeu o senador Freitas Neto (PFL-PI) e Saturnino Braga (PSB-RJ) para presidente e vice, respectivamente. Essas mudanças ocorreram em sintonia com proposta encaminhada pela categoria, durante a realização do 3º Congresso Brasileiro de Cinema, realizado no segundo semestre do ano passado, em Porto Alegre.
Depois de mapear os principais entraves que dificultam o fortalecimento do audiovisual, a Subcomissão Permanente de Cinema, Comunicação Social e Informática deverá apresentar algumas propostas. Entre elas, os senadores cogitam, através de mudanças legislativas, uma aliança entre o cinema e a televisão, além da criação de uma taxa que será cobrada aos filmes estrangeiros.
Atualmente, o mercado de exibição, que já teve mais de quatro mil salas, está restrito a cerca de 1.300 salas, das quais aproximadamente 85% estão regularmente ocupadas por filmes estrangeiros, em sua maioria norte-americanos.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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