Tuma lembra delegado assassinado por assaltantes de cargas
Da Redação | 08/02/2001, 00h00
O senador Romeu Tuma (PFL-SP) prestou homenagem, nesta quinta-feira (dia 8), ao delegado paulista Oscar de Matos Neto, assassinado no último dia 31, quando tentava, com sua equipe, prender integrantes de uma quadrilha que roubara um carregamento de telefones celulares de uma transportadora. Classificando o delegado de "herói", Tuma relatou as circunstâncias do crime e criticou o que denominou de "nova criminologia", a seu ver, excessivamente preocupada com os direitos dos delinqüentes.
De acordo com seu relato, os policiais em ação foram surpreendidos por outros integrantes do bando, que descarregaram neles suas AR-15, não lhes dando tempo de reagir. Para Tuma, a morte do delegado Oscar de Matos Neto é emblemática, ao demonstrar a força das quadrilhas especializadas no roubo de cargas, "tão ou mais organizadas que o narcotráfico".
O senador considerou oportuno o funcionamento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga o roubo de cargas, da qual é presidente, que deve encerrar os trabalhos no fim do ano. Ele lembrou que a CPI, em seis meses de atuação, realizou vinte audiências públicas, ouviu mais de 40 depoentes, visitou diversas cidades para a realização de audiências e provou que é possível atingir o objetivo de desarticular em larga escala as quadrilhas do roubo de cargas.
Tuma salientou que a CPI quebrou o sigilo telefônico, bancário e fiscal de diversos acusados, tendo efetuado prisões por falso testemunho e por tentativas de obstrução dos trabalhos. Além disso, conseguiu obter a colaboração de ex-integrantes de quadrilhas e está no caminho de desmantelar, mediante investigações, grandes redes de receptação, suborno e corrupção envolvendo o roubo de cargas.
De acordo com seu relato, os policiais em ação foram surpreendidos por outros integrantes do bando, que descarregaram neles suas AR-15, não lhes dando tempo de reagir. Para Tuma, a morte do delegado Oscar de Matos Neto é emblemática, ao demonstrar a força das quadrilhas especializadas no roubo de cargas, "tão ou mais organizadas que o narcotráfico".
O senador considerou oportuno o funcionamento da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investiga o roubo de cargas, da qual é presidente, que deve encerrar os trabalhos no fim do ano. Ele lembrou que a CPI, em seis meses de atuação, realizou vinte audiências públicas, ouviu mais de 40 depoentes, visitou diversas cidades para a realização de audiências e provou que é possível atingir o objetivo de desarticular em larga escala as quadrilhas do roubo de cargas.
Tuma salientou que a CPI quebrou o sigilo telefônico, bancário e fiscal de diversos acusados, tendo efetuado prisões por falso testemunho e por tentativas de obstrução dos trabalhos. Além disso, conseguiu obter a colaboração de ex-integrantes de quadrilhas e está no caminho de desmantelar, mediante investigações, grandes redes de receptação, suborno e corrupção envolvendo o roubo de cargas.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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