ROMERO JUCÁ QUER LIMITAR PROPAGANDA DE REMÉDIOS
Da Redação | 09/06/2000, 00h00
O senador Romero Jucá (PSDB-RR) alertou, nesta sexta-feira (09), para os perigos da propaganda enganosa, veiculada pelo rádio e pela TV, de medicamentos e produtos de beleza que iludem o consumidor ao prometer crescimento de cabelo, potência sexual, emagrecimento recorde e fim do vício de fumar, das estrias e da celulite.
- Esses produtos, freqüentemente importados, prometem o mundo e são objeto de intensa publicidade. Muitas vezes, sequer foram analisados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Por isso, apresentei projeto de lei exigindo que esses anúncios incluam o número do registro na ANVS, sob pena de multas e sanções impostas aos comerciantes desses produtos e também às emissoras de rádio e TV que veiculam a propaganda - disse o senador.
Segundo Jucá, o projeto já foi aprovado no Senado e está tramitando na Câmara dos Deputados. Ele lembrou que a CPI dos Medicamentos incluiu, entre suas recomendações, a imediata aprovação do projeto, por entender que ele servirá para moralizar o comércio deste tipo de produto e proteger o consumidor.
BANCO DA AMAZÔNIA
Jucá manifestou-se, ainda, contrário ao projeto do governo de transformar o Banco da Amazônia (Basa) em Agência de fomento, incorporando-o à Superintendência da Amazônia (Sudam). "Os dois organismos tem objetivos diferentes, o Basa tem capilaridade e atende a muitas localidades em que é o único banco à disposição da população", explicou. Por isso, o senador apelou ao governo para que ouça os parlamentares das bancadas federais dos estados da região, antes de efetivar a incorporação.
Em aparte, o senador Mozarildo Cavalcanti (PFL-RR) apoiou a posição de Jucá em defesa do Basa, afirmando que o banco tem uma relevante folha de serviços prestados à população da região Norte, sendo "muito diferente dos Bancos Marka e FonteCidam".
- Esses produtos, freqüentemente importados, prometem o mundo e são objeto de intensa publicidade. Muitas vezes, sequer foram analisados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Por isso, apresentei projeto de lei exigindo que esses anúncios incluam o número do registro na ANVS, sob pena de multas e sanções impostas aos comerciantes desses produtos e também às emissoras de rádio e TV que veiculam a propaganda - disse o senador.
Segundo Jucá, o projeto já foi aprovado no Senado e está tramitando na Câmara dos Deputados. Ele lembrou que a CPI dos Medicamentos incluiu, entre suas recomendações, a imediata aprovação do projeto, por entender que ele servirá para moralizar o comércio deste tipo de produto e proteger o consumidor.
BANCO DA AMAZÔNIA
Jucá manifestou-se, ainda, contrário ao projeto do governo de transformar o Banco da Amazônia (Basa) em Agência de fomento, incorporando-o à Superintendência da Amazônia (Sudam). "Os dois organismos tem objetivos diferentes, o Basa tem capilaridade e atende a muitas localidades em que é o único banco à disposição da população", explicou. Por isso, o senador apelou ao governo para que ouça os parlamentares das bancadas federais dos estados da região, antes de efetivar a incorporação.
Em aparte, o senador Mozarildo Cavalcanti (PFL-RR) apoiou a posição de Jucá em defesa do Basa, afirmando que o banco tem uma relevante folha de serviços prestados à população da região Norte, sendo "muito diferente dos Bancos Marka e FonteCidam".
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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