ARRUDA DEFENDE INVESTIGAÇÃO DOS RECURSOS ARRECADADOS NO FUTEBOL
Da Redação | 29/11/1999, 00h00
O líder do governo no Senado, José Roberto Arruda (PSDB-DF), anunciou nesta segunda-feira (dia 29) que apoiará uma "ampla investigação da aplicação dos recursos arrecadados pelo futebol brasileiro", inclusive por meio de comissão parlamentar de inquérito. Respondendo a indagação do senador José Eduardo Dutra (PT-SE), Arruda negou que tenha vinculado seu apoio a uma CPI à manutenção do Gama na primeira divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol, como chegou a ser noticiado.
Para Arruda, é inconsistente o argumento de que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não poderia ser investigada por CPI em se tratando de entidade de direito privado.
- A CBF é entidade privada, mas atua de forma pública como os bancos - disse Arruda.
O líder do governo anunciou que está apresentando dois projetos de lei com o objetivo de evitar decisões como a do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), que rebaixou o Gama para a segunda divisão. Um dos projetos transfere a sede do TJD para Brasília. O outro transfere a sede da própria CPF para Brasília. Arruda acredita que, estando na Capital da República, as duas entidades estarão mais imunes a pressões para beneficiar este ou aquele clube.
Arruda mostrou-se inconformado com a decisão contra o Gama, alegando que o clube foi rebaixado apesar de estar entre os 20 primeiros colocados por causa dos pontos retirados ao São Paulo e dados ao Botafogo. O senador tem recebido pedidos e mensagens de milhares de torcedores reclamando do que consideram uma injustiça.
- Estou aqui em nome dos consumidores que pagaram ingressos, viram primeiro o seu time obter os pontos necessários para continuar na primeira divisão e depois a mudança do Código de Disciplina previsto em lei.
Para Arruda, é inconsistente o argumento de que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não poderia ser investigada por CPI em se tratando de entidade de direito privado.
- A CBF é entidade privada, mas atua de forma pública como os bancos - disse Arruda.
O líder do governo anunciou que está apresentando dois projetos de lei com o objetivo de evitar decisões como a do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), que rebaixou o Gama para a segunda divisão. Um dos projetos transfere a sede do TJD para Brasília. O outro transfere a sede da própria CPF para Brasília. Arruda acredita que, estando na Capital da República, as duas entidades estarão mais imunes a pressões para beneficiar este ou aquele clube.
Arruda mostrou-se inconformado com a decisão contra o Gama, alegando que o clube foi rebaixado apesar de estar entre os 20 primeiros colocados por causa dos pontos retirados ao São Paulo e dados ao Botafogo. O senador tem recebido pedidos e mensagens de milhares de torcedores reclamando do que consideram uma injustiça.
- Estou aqui em nome dos consumidores que pagaram ingressos, viram primeiro o seu time obter os pontos necessários para continuar na primeira divisão e depois a mudança do Código de Disciplina previsto em lei.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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