LUZIA TOLEDO PEDE PRIORIDADE PARA O TURISMO
Da Redação | 26/11/1999, 00h00
A aprovação do projeto de lei da Câmara que institui a Política Nacional de Turismo foi defendida pela senadora Luzia Toledo (PSDB-ES), como forma de potencializar o desenvolvimento e a geração de empregos no país. Ela destacou pontos favoráveis da indústria do turismo, que, observou, se mostra como poderoso elemento para economias em desenvolvimento, líder do mercado de trabalho no setor de serviços e capaz de diminuir desigualdades sociais, econômicas e regionais.
- O acolhimento da proposição no Senado representará o definitivo reconhecimento de que a atividade turística poderá superar os seus problemas estruturais e responder às exigências do país, que necessita crescer, gerar empregos e produzir renda - declarou.
A proposta já foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e aguarda o parecer do relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Sérgio Machado (PSDB-CE).
Para que o Brasil possa elevar a atividade turística à condição de "prioridade estratégica" e para incentivar viagens de brasileiros e estrangeiros pelo país, Luzia listou uma série de iniciativas que devem ser tomadas, entre as quais o investimento na formação de mão-de-obra especializada e em micro, pequenas e médias empresas de turismo, facilitando-lhes acesso a incentivos que contribuam para a elevação do nível de qualidade e eficiência dos serviços.
A senadora defendeu a maior divulgação e o aperfeiçoamento do produto turístico nacional, com a criação de pólos que beneficiem as regiões mais pobres, e o estímulo ao aproveitamento turístico dos recursos naturais e culturais do país.
Luzia registrou que os brasileiros têm viajado mais no país devido à desvalorização cambial ocorrida no início de 1999. Em 1996, disse, os brasileiros eram 30% do total de turistas no país e, hoje, estima-se que esse percentual situe-se em torno de 60%. Da mesma forma, o Real mais barato pode representar um incremento entre 12% e 15% no número de turistas estrangeiros. A Embratur, informou a senadora, espera que 1,4 milhão de argentinos venham ao país, procurando as regiões praianas da Bahia e de Santa Catarina.
- O acolhimento da proposição no Senado representará o definitivo reconhecimento de que a atividade turística poderá superar os seus problemas estruturais e responder às exigências do país, que necessita crescer, gerar empregos e produzir renda - declarou.
A proposta já foi aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e aguarda o parecer do relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senador Sérgio Machado (PSDB-CE).
Para que o Brasil possa elevar a atividade turística à condição de "prioridade estratégica" e para incentivar viagens de brasileiros e estrangeiros pelo país, Luzia listou uma série de iniciativas que devem ser tomadas, entre as quais o investimento na formação de mão-de-obra especializada e em micro, pequenas e médias empresas de turismo, facilitando-lhes acesso a incentivos que contribuam para a elevação do nível de qualidade e eficiência dos serviços.
A senadora defendeu a maior divulgação e o aperfeiçoamento do produto turístico nacional, com a criação de pólos que beneficiem as regiões mais pobres, e o estímulo ao aproveitamento turístico dos recursos naturais e culturais do país.
Luzia registrou que os brasileiros têm viajado mais no país devido à desvalorização cambial ocorrida no início de 1999. Em 1996, disse, os brasileiros eram 30% do total de turistas no país e, hoje, estima-se que esse percentual situe-se em torno de 60%. Da mesma forma, o Real mais barato pode representar um incremento entre 12% e 15% no número de turistas estrangeiros. A Embratur, informou a senadora, espera que 1,4 milhão de argentinos venham ao país, procurando as regiões praianas da Bahia e de Santa Catarina.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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