INFORMAÇÕES SOBRE MAGISTRADO SERÃO ENCAMINHADAS À CPI DO NARCOTRÁFICO
Da Redação | 25/11/1999, 00h00
As conclusões tiradas pela CPI do Judiciário sobre a menção feita pelo juiz Leopoldino Marques do Amaral de que o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Odiles de Freitas Souza, teria participação no tráfico internacional de drogas serão encaminhadas à CPI do Narcotráfico, a pedido do relator, senador Paulo Souto (PFL-BA). Com isso, a comissão parlamentar do Senado quer que as investigações sejam aprofundadas.
Uma das denúncias de Leopoldino do Amaral, juiz assassinado no início de setembro, foi que Odiles Freitas teria uma embarcação que seria utilizada para levar aos traficantes material para refino das drogas, e que o barco teria afundado quando transportava esse tipo de mercadoria. Segundo informações que chegaram à CPI, o iate teria sido explodido em missão sigilosa da Polícia Militar de Mato Grosso e da Polícia Federal, por estar transportando éter e acetona.
Em depoimento à CPI, Odiles Freitas alegou que a embarcação não mais lhe pertencia na época em que afundou, pois ele já a teria vendido dois anos antes. O relatório da CPI informa que, apesar de haver registros que comprovam a venda, existem informações de que o registro do iate no cartório teria sido adulterado para sustentar a versão do magistrado, e que por este motivo ele teria sofrido uma correição e sido punido pela falsificação. O relator Paulo Souto quer que o assunto seja apurado.
Uma das denúncias de Leopoldino do Amaral, juiz assassinado no início de setembro, foi que Odiles Freitas teria uma embarcação que seria utilizada para levar aos traficantes material para refino das drogas, e que o barco teria afundado quando transportava esse tipo de mercadoria. Segundo informações que chegaram à CPI, o iate teria sido explodido em missão sigilosa da Polícia Militar de Mato Grosso e da Polícia Federal, por estar transportando éter e acetona.
Em depoimento à CPI, Odiles Freitas alegou que a embarcação não mais lhe pertencia na época em que afundou, pois ele já a teria vendido dois anos antes. O relatório da CPI informa que, apesar de haver registros que comprovam a venda, existem informações de que o registro do iate no cartório teria sido adulterado para sustentar a versão do magistrado, e que por este motivo ele teria sofrido uma correição e sido punido pela falsificação. O relator Paulo Souto quer que o assunto seja apurado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
MAIS NOTÍCIAS SOBRE:
Primeira página
Últimas
02/01/2026 12h46
Plenário vai avaliar redução da jornada de trabalho, aprovada na CCJ
02/01/2026 11h52
Sancionada LDO de 2026, com veto a reajuste do Fundo Partidário