MARINA SILVA: O ÚNICO CAMINHO É A CRIAÇÃO DA CPI
Da Redação | 18/11/1999, 00h00
Depois de quase três horas e meia de questionamentos ao ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca, a senadora Marina Silva (PT-AC) concluiu pela necessidade da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a apurar não somente as denúncias envolvendo Greca com irregularidades na liberação de bingos, "mas a evidente participação do crime organizado nesse tipo de jogo".
Marina Silva sugeriu a criação da CPI dos Bingos depois de observar que as "respostas evasivas" do ministro não estavam trazendo contribuição alguma para os esclarecimentos dos fatos. "O ministro não conhece nada e ninguém", observou a senadora. Para ela, somente com a instalação de uma CPI é que a verdade virá à tona.
A senadora perguntou ao ministro se conhecia o advogado Paulo Araújo, apontado como responsável pela elaboração da portaria 23. Em resposta, Greca disse que não. Mas, segundo a senadora, Paulo Araújo ajudou na elaboração de vários projetos e era considerado um dos principais assessores do ministro para assuntos ligados ao bingo.
"Não conheço o senhor Paulo Araújo. Só tenho conhecimento que ele prestou serviço no Indesp por uns 40 dias", disse Rafael Greca ao afirmar que não poderia assumir responsabilidades sobre antecedentes policiais de supostos assessores.
Marina Silva sugeriu a criação da CPI dos Bingos depois de observar que as "respostas evasivas" do ministro não estavam trazendo contribuição alguma para os esclarecimentos dos fatos. "O ministro não conhece nada e ninguém", observou a senadora. Para ela, somente com a instalação de uma CPI é que a verdade virá à tona.
A senadora perguntou ao ministro se conhecia o advogado Paulo Araújo, apontado como responsável pela elaboração da portaria 23. Em resposta, Greca disse que não. Mas, segundo a senadora, Paulo Araújo ajudou na elaboração de vários projetos e era considerado um dos principais assessores do ministro para assuntos ligados ao bingo.
"Não conheço o senhor Paulo Araújo. Só tenho conhecimento que ele prestou serviço no Indesp por uns 40 dias", disse Rafael Greca ao afirmar que não poderia assumir responsabilidades sobre antecedentes policiais de supostos assessores.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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