MOZARILDO DEFENDE A INTERIORIZAÇÃO DE MÉDICOS
Da Redação | 16/11/1999, 00h00
O corporativismo e a burocracia impedem que as populações interioranas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste recebam assistência médica adequada de profissionais brasileiros, segundo afirmou o senador Mozarildo Cavalcanti (PFL-RR) nesta terça-feira (dia 16). Mozarildo comentou reportagem publicada pelo jornal Correio Braziliense no último domingo (dia 14), sob o título Salva-vidas cubanos em Roraima, a qual destaca que o atendimento prestado por 39 médicos nos 15 municípios do estado reduziu a mortalidade infantil em 25%.
Apelando ao ministro da Saúde, José Serra, para que adote providências no sentido de levar profissionais de saúde para o interior e estimule a formação de médicos generalistas, Mozarildo lembrou que o governo de Roraima deu início em 1997 ao programa O Médico em sua Casa, utilizando com sucesso profissionais cubanos. Embora haja médicos brasileiros em número suficiente, sua distribuição é desigual, registrando-se concentração nas capitais e nas regiões Sul e Sudeste, conforme destacou.
O senador - que é médico - disse que apresentou projeto estabelecendo um ano de estágio remunerado no interior do país para formandos em medicina, mas sua proposta tem encontrado resistências. Além de Roraima, o estado do Acre também utiliza médicos cubanos, mas o Conselho Federal de Medicina vem criando empecilhos à atuação dos profissionais estrangeiros, afirmou o parlamentar.
Apelando ao ministro da Saúde, José Serra, para que adote providências no sentido de levar profissionais de saúde para o interior e estimule a formação de médicos generalistas, Mozarildo lembrou que o governo de Roraima deu início em 1997 ao programa O Médico em sua Casa, utilizando com sucesso profissionais cubanos. Embora haja médicos brasileiros em número suficiente, sua distribuição é desigual, registrando-se concentração nas capitais e nas regiões Sul e Sudeste, conforme destacou.
O senador - que é médico - disse que apresentou projeto estabelecendo um ano de estágio remunerado no interior do país para formandos em medicina, mas sua proposta tem encontrado resistências. Além de Roraima, o estado do Acre também utiliza médicos cubanos, mas o Conselho Federal de Medicina vem criando empecilhos à atuação dos profissionais estrangeiros, afirmou o parlamentar.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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