EDISON LOBÃO REBATE CRÍTICAS DE LAURO CAMPOS AO GOVERNO
Da Redação | 12/11/1999, 00h00
O senador Edison Lobão (PFL-MA) rebateu nesta sexta-feira (dia 12) as críticas feitas pelo senador Lauro Campos (PT-DF) ao presidente Fernando Henrique Cardoso e ao governo federal. Para Lobão, Lauro Campos é cético demais e faz duras críticas ao governo, além de prever uma catástrofe política para o país que não é verdadeira.
- As críticas do senador Lauro Campos são injustas. Falo em defesa de pessoas, mais do que de governo. Não consigo entender essa incoerência universal das esquerdas. Gostaria de ver Lula como presidente, a senadora Heloísa Helena como ministra do Planejamento e o senador Lauro Campos como ministro da Fazenda, sem que fosse por muito tempo, pois iriam destruir o Brasil. Torço para que isso aconteça para ver o desempenho deles, pois o governo não é um sonho, é uma realidade, e é impossível governar com radicais, eles só servem para fazer revolução - afirmou Lobão.
Lobão citou o então ministro das Relações Exteriores no governo João Goulart, San Tiago Dantas, que fez duras críticas aos Estados Unidos durante uma viagem internacional, provocando repercussão na imprensa mundial. No dia seguinte, porém, San Tiago Dantas teve que assumir o Ministério da Fazenda, devido à exoneração do titular da pasta, e mudou seu discurso, passando a elogiar os Estados Unidos. Ao sentar na cadeira do Mistério da Fazenda, observou Lobão, Dantas foi obrigado a "governar com a realidade".
Em aparte, Lauro Campos disse que o governo é "autoritário e despótico" e que o país caminha para o "neo-nazismo", que seria uma etapa posterior ao neo-liberalismo. Lobão rebateu essa afirmativa, dizendo que isso jamais ocorreria no Brasil, cuja consciência nacional repele tal regime, porque gosta de viver na democracia.
O senador pefelista lembrou que Fernando Henrique Cardoso foi reeleito com votação consagradora pelo povo. O presidente, acrescentou, vive um desgaste político que atingiria qualquer outro que estivesse em seu lugar, devido aos problemas pelos quais o país e o mundo atravessam. Lobão disse ainda que o presidente tem procurado resolver os problemas do país e diminuir a taxa de desemprego.
Ao final do discurso, Lobão disse que o país vive numa democracia e que é necessário apenas aperfeiçoá-la, com a ajuda de uma oposição vigilante.
- As críticas do senador Lauro Campos são injustas. Falo em defesa de pessoas, mais do que de governo. Não consigo entender essa incoerência universal das esquerdas. Gostaria de ver Lula como presidente, a senadora Heloísa Helena como ministra do Planejamento e o senador Lauro Campos como ministro da Fazenda, sem que fosse por muito tempo, pois iriam destruir o Brasil. Torço para que isso aconteça para ver o desempenho deles, pois o governo não é um sonho, é uma realidade, e é impossível governar com radicais, eles só servem para fazer revolução - afirmou Lobão.
Lobão citou o então ministro das Relações Exteriores no governo João Goulart, San Tiago Dantas, que fez duras críticas aos Estados Unidos durante uma viagem internacional, provocando repercussão na imprensa mundial. No dia seguinte, porém, San Tiago Dantas teve que assumir o Ministério da Fazenda, devido à exoneração do titular da pasta, e mudou seu discurso, passando a elogiar os Estados Unidos. Ao sentar na cadeira do Mistério da Fazenda, observou Lobão, Dantas foi obrigado a "governar com a realidade".
Em aparte, Lauro Campos disse que o governo é "autoritário e despótico" e que o país caminha para o "neo-nazismo", que seria uma etapa posterior ao neo-liberalismo. Lobão rebateu essa afirmativa, dizendo que isso jamais ocorreria no Brasil, cuja consciência nacional repele tal regime, porque gosta de viver na democracia.
O senador pefelista lembrou que Fernando Henrique Cardoso foi reeleito com votação consagradora pelo povo. O presidente, acrescentou, vive um desgaste político que atingiria qualquer outro que estivesse em seu lugar, devido aos problemas pelos quais o país e o mundo atravessam. Lobão disse ainda que o presidente tem procurado resolver os problemas do país e diminuir a taxa de desemprego.
Ao final do discurso, Lobão disse que o país vive numa democracia e que é necessário apenas aperfeiçoá-la, com a ajuda de uma oposição vigilante.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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