CPI QUER SAÍDA DE PARENTES DE JUÍZES NOMEADOS IRREGULARMENTE NO TRT-PB
Da Redação | 09/11/1999, 00h00
Uma das sugestões apresentadas no relatório aprovado nesta terça-feira (dia 9) pela CPI do Judiciário, sobre a investigação das irregularidades cometidas no Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba, é que o Ministério Público solicite providências no sentido de descontistuir as nomeações dos parentes dos juízes para cargos no tribunal. A comissão encontrou 194 nomes de parentes dos juízes empregados no TRT.
- É possível que neste levantamento realizado pela CPI possa haver algum engano, mas no geral, a situação de nepotismo no TRT da Paraíba é calamitosa - comentou o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito, Paulo Souto (PFL-BA).
Outra sugestão que aparece no relatório é que seja instaurado um procedimento criminal contra o juiz do TRT-PB Aluízio Rodrigues, por falso testemunho à CPI. Paulo Souto informou que em seu depoimento à comissão, o magistrado, ao querer demonstrar sua honestidade, garantiu que teria custeado suas despesas médicas quando necessitou de tratamento de saúde. A CPI reuniu documentos comprovando que as faturas foram pagas pelo tribunal, inclusive alguns pagamentos autorizados pelo próprio juiz.
O relatório da CPI também pede ao Ministério Público uma investigação mais apurada sobre o juiz Ruy Elói, atual presidente do TRT. Ele teria determinado a aquisição de equipamentos de informática sem licitação pela comissão de concursos do tribunal, junto a empresas de propriedade de seus filhos ou da qual eles eram sócios. O relator Paulo Souto quer que seja averiguado se o magistrado feriu a lei de licitação.
- É possível que neste levantamento realizado pela CPI possa haver algum engano, mas no geral, a situação de nepotismo no TRT da Paraíba é calamitosa - comentou o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito, Paulo Souto (PFL-BA).
Outra sugestão que aparece no relatório é que seja instaurado um procedimento criminal contra o juiz do TRT-PB Aluízio Rodrigues, por falso testemunho à CPI. Paulo Souto informou que em seu depoimento à comissão, o magistrado, ao querer demonstrar sua honestidade, garantiu que teria custeado suas despesas médicas quando necessitou de tratamento de saúde. A CPI reuniu documentos comprovando que as faturas foram pagas pelo tribunal, inclusive alguns pagamentos autorizados pelo próprio juiz.
O relatório da CPI também pede ao Ministério Público uma investigação mais apurada sobre o juiz Ruy Elói, atual presidente do TRT. Ele teria determinado a aquisição de equipamentos de informática sem licitação pela comissão de concursos do tribunal, junto a empresas de propriedade de seus filhos ou da qual eles eram sócios. O relator Paulo Souto quer que seja averiguado se o magistrado feriu a lei de licitação.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
MAIS NOTÍCIAS SOBRE:
Primeira página
Últimas
09/01/2026 11h37
Os temas que mais mobilizaram o Senado Verifica em 2025
09/01/2026 10h20
Criado o dia nacional de luto pelas vítimas de feminicídio