ESTUDANTES DA ÁREA DE SAÚDE TERÃO PROGRAMA NA AMAZÔNIA
Da Redação | 04/11/1999, 00h00
Os senadores aprovaram na sessão desta quinta-feira (dia 4) projeto de lei da Câmara que cria o Programa Nacional para Atividades de Extensão Universitária em Saúde na Amazônia Legal, que prevê a concessão de bolsas para estudantes do último ano dos cursos de graduação e pós-graduação relacionados às profissões da saúde, como medicina, enfermagem e odontologia. Os estudantes prestarão serviços às comunidades daquela região por um período mínimo de 2 meses e máximo de 6 meses. Como sofreu alterações no Senado, a proposta volta para análise da Câmara.
Na opinião da senadora Marina Silva (PT-AC), a iniciativa tem grande alcance e pode contribuir para melhorar a situação da região, "a mais desassistida do país em termos de saúde". Além dos benefícios às comunidades da Amazônia, Marina destacou os benefícios aos jovens profissionais. A senadora manifestou ainda apoio aos projetos de lei dos senadores Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e Pedro Simon (PMDB-RS) que criam o serviço civil obrigatório, como forma de estender a iniciativa a outras áreas profissionais.
O apoio aos projetos, que estão em tramitação na Câmara, também foi dado pelo senador Romeu Tuma (PFL-SP), que ressaltou a dificuldade de tratamento médico na Amazônia por conta das grandes distâncias e da dificuldade de transporte para centros onde existam hospitais bem equipados.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PFL-RR) destacou que a maior parte dos municípios da Amazônia é atendida por médicos cubanos, colombianos ou peruanos. Na sua opinião, esse fato é inadmissível, tendo em vista que o Brasil tem mais médicos por habitantes que a média considerada satisfatória pela Organização Mundial de Saúde. Mozarildo acredita que o governo federal não terá dificuldades em executar o projeto, pois cabe ao governo regulamentar e assegurar os recursos para o programa.
Já o senador Lúcio Alcântara (PSDB-CE), que é médico, manifestou sua convicção de que o programa é de grande importância para a integração do país. Para ele, o país só agora reconhece os benefícios trazidos pelo projeto Rondon, "uma grande iniciativa que descobriu o verdadeiro Brasil, possibilitando a aproximação dos brasileiros". Alcântara participou da tramitação do projeto de lei no Senado, apresentando duas emendas, acatadas pelo relator, senador Jáder Barbalho (PMDB-PA), na Comissão de Educação.
CONCESSÕES RENOVADAS
Durante a sessão, os senadores aprovaram ainda cinco projetos de decreto legislativo que renovam as concessões e permissões para exploração de serviços de radiodifusão da Rede Comunitária de Comunicações de Santana do Livramento (RS), da Rádio Clube de Vitória da Conquista (BA), da Rádio Colon de Joinville (SC), da Rádio Difusora de Rio Negro (PR) e da Andrômeda Radiodifusão, de Pelotas (RS).
Na opinião da senadora Marina Silva (PT-AC), a iniciativa tem grande alcance e pode contribuir para melhorar a situação da região, "a mais desassistida do país em termos de saúde". Além dos benefícios às comunidades da Amazônia, Marina destacou os benefícios aos jovens profissionais. A senadora manifestou ainda apoio aos projetos de lei dos senadores Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e Pedro Simon (PMDB-RS) que criam o serviço civil obrigatório, como forma de estender a iniciativa a outras áreas profissionais.
O apoio aos projetos, que estão em tramitação na Câmara, também foi dado pelo senador Romeu Tuma (PFL-SP), que ressaltou a dificuldade de tratamento médico na Amazônia por conta das grandes distâncias e da dificuldade de transporte para centros onde existam hospitais bem equipados.
O senador Mozarildo Cavalcanti (PFL-RR) destacou que a maior parte dos municípios da Amazônia é atendida por médicos cubanos, colombianos ou peruanos. Na sua opinião, esse fato é inadmissível, tendo em vista que o Brasil tem mais médicos por habitantes que a média considerada satisfatória pela Organização Mundial de Saúde. Mozarildo acredita que o governo federal não terá dificuldades em executar o projeto, pois cabe ao governo regulamentar e assegurar os recursos para o programa.
Já o senador Lúcio Alcântara (PSDB-CE), que é médico, manifestou sua convicção de que o programa é de grande importância para a integração do país. Para ele, o país só agora reconhece os benefícios trazidos pelo projeto Rondon, "uma grande iniciativa que descobriu o verdadeiro Brasil, possibilitando a aproximação dos brasileiros". Alcântara participou da tramitação do projeto de lei no Senado, apresentando duas emendas, acatadas pelo relator, senador Jáder Barbalho (PMDB-PA), na Comissão de Educação.
CONCESSÕES RENOVADAS
Durante a sessão, os senadores aprovaram ainda cinco projetos de decreto legislativo que renovam as concessões e permissões para exploração de serviços de radiodifusão da Rede Comunitária de Comunicações de Santana do Livramento (RS), da Rádio Clube de Vitória da Conquista (BA), da Rádio Colon de Joinville (SC), da Rádio Difusora de Rio Negro (PR) e da Andrômeda Radiodifusão, de Pelotas (RS).
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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