DIRETOR DO BOZANO É CONVOCADO PARA EXPLICAR EMPRÉSTIMO
Da Redação | 14/09/1999, 00h00
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Sistema Financeiro espera ouvir na reunião desta quarta-feira (dia 15), com início marcado para as 17h, o depoimento do diretor do Banco Bozano Simonsen, Cristiano Buarque Franco Neto. Ele será argüido sobre empréstimo supostamente irregular, no valor equivalente a US$ 41 milhões, concedido a um único cliente - Yssuyuki Nakamo, que também deverá ser ouvido.
O objetivo da convocação, requerida pelo senador Jader Barbalho (PMDB-PA), é contribuir para a investigação de práticas ilegais e irregulares no sistema financeiro como a sonegação de impostos e a elisão fiscal (utilização de brechas legais para o não pagamento de tributos). A ocorrência dessas práticas e de outras, como a limitação da compensação de prejuízos e a maquiagem de balanços, foram abordadas na exposição feita em maio na comissão pelo secretário da Receita Federal, Everardo Maciel.
Segundo o requerimento de Jader, o empréstimo concedido a Nakamo pelo Bozano Simonsen teria correspondido na época a um terço do patrimônio do banco, conforme amplamente noticiado pela imprensa. Os jornais diziam ainda que as operações entre a instituição financeira e seu cliente não eram normais. Além do que as garantias apresentadas por Nakamo para fazer jus ao dinheiro eram frágeis.
O presidente da CPI, senador Bello Parga (PFL-MA), esclareceu que a princípio o convocado era Júlio Bozano, conforme chegou a divulgar o Jornal do Senado. Descobriu-se posteriormente que Bozano não fazia mais parte da direção do banco.
O objetivo da convocação, requerida pelo senador Jader Barbalho (PMDB-PA), é contribuir para a investigação de práticas ilegais e irregulares no sistema financeiro como a sonegação de impostos e a elisão fiscal (utilização de brechas legais para o não pagamento de tributos). A ocorrência dessas práticas e de outras, como a limitação da compensação de prejuízos e a maquiagem de balanços, foram abordadas na exposição feita em maio na comissão pelo secretário da Receita Federal, Everardo Maciel.
Segundo o requerimento de Jader, o empréstimo concedido a Nakamo pelo Bozano Simonsen teria correspondido na época a um terço do patrimônio do banco, conforme amplamente noticiado pela imprensa. Os jornais diziam ainda que as operações entre a instituição financeira e seu cliente não eram normais. Além do que as garantias apresentadas por Nakamo para fazer jus ao dinheiro eram frágeis.
O presidente da CPI, senador Bello Parga (PFL-MA), esclareceu que a princípio o convocado era Júlio Bozano, conforme chegou a divulgar o Jornal do Senado. Descobriu-se posteriormente que Bozano não fazia mais parte da direção do banco.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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