ACM REBATE CRÍTICAS DE TRAMITAÇÃO RÁPIDA DEMAIS

Da Redação | 11/03/1999, 00h00

Diante de ponderações dos senadores Pedro Simon (PMDB-RS) e Roberto Saturnino (PSB-RJ) de que o projeto institucionalizando as ONGs no Brasil estava tendo tramitação muito rápida, impedindo seu exame mais cuidadoso na Casa, o presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães, afirmou preferir ser criticado por agilizar as votações do que por emperrá-las.Para ACM, o projeto não passou pelas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania ou de Assuntos Sociais, porque elas ainda não haviam sido instaladas. Por outro lado, a urgência para a tramitação do projeto havia sido pedida pelas lideranças partidárias, caso em que a inclusão na ordem do dia se dá duas sessões depois. - O projeto veio da Câmara, onde também tramitou em regime de urgência, por isso é bom que o Senado não retarde sua apreciação - afirmou Antonio Carlos, acrescentando que "gostaria que a Câmara também agilizasse projetos já aprovados no Senado. Há várias propostas nossas paradas por lá".

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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