Pedido de urgência para votação do direito de greve do servidor é adiado

15/03/2017, 20h47 - ATUALIZADO EM 15/03/2017, 21h03

A falta de acordo entre os líderes partidários no Plenário do Senado provocou o adiamento do pedido de urgência para votação do projeto do senador licenciado e atual ministro das Relações Exteriores, Aloísio Nunes Ferreira, que regulamenta o direito de greve no serviço público (PLS 710/2011). O senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP) classificou a tentativa de votar a urgência como uma retaliação aos servidores públicos que se manifestaram, nesta quarta-feira (15), em várias cidades do país, contra a reforma da Previdência apresentada pelo governo Temer. O líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), afirmou da tribuna que a votação da urgência para a matéria "é um preço que nós não podemos pagar”. A reportagem é de Maurício de Santi, da Rádio Senado.



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