Eleitor não pode levar celular, relógio inteligente ou câmera para a cabine — Rádio Senado
Eleições 2026

Eleitor não pode levar celular, relógio inteligente ou câmera para a cabine

Nas eleições de 2026, celulares e outros equipamentos capazes de registrar ou transmitir informações devem ficar fora da cabine de votação. A proibição inclui câmeras, relógios e pulseiras inteligentes, óculos conectados, fones de ouvido e microcâmeras. O celular pode ser usado para apresentar o e-Título, mas deve ser desligado e deixado com os mesários antes do voto. A medida busca preservar o sigilo da escolha do eleitor, como lembrou a senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

01/10/2026, 13h54 - atualizado em 02/10/2026, 18h52
Duração de áudio: 01:36
Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil

Transcrição
Não é só o celular que deve ficar fora da cabine de votação.   Considerando a rápida evolução dos dispositivos eletrônicos, a Justiça Eleitoral detalhou os procedimentos para impedir que novas tecnologias comprometam o sigilo do voto. A preocupação é evitar que equipamentos capazes de registrar, transmitir ou divulgar informações sejam usados para revelar a escolha feita pelo eleitor. A proibição também vale para máquinas fotográficas, filmadoras e qualquer equipamento capaz de comprometer o sigilo do voto. Com o surgimento de tecnologias mais discretas, tribunais eleitorais também passaram a detalhar a aplicação da regra a aparelhos como relógios e pulseiras inteligentes, óculos conectados, fones de ouvido, câmeras corporais e microcâmeras.  A medida protege o caráter secreto do voto e também ajuda a evitar a compra ou a coação de eleitores, já que impede que alguém produza uma prova da escolha feita na urna, como lembrou a senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal. (sen. Damares Alves) - A legislação é muito clara, o voto, ele é secreto. Quem se recusar a entregar o equipamento aos mesários não poderá votar até cumprir a orientação. O caso será registrado em ata e, se necessário, a força policial poderá ser acionada. Já equipamentos de acessibilidade e tecnologias assistivas continuam permitidos, desde que não sejam usados para registrar, transmitir ou divulgar o voto. Da Rádio Senado, Marcella Cunha  

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