Jornal do Senado

Transcrição
EU SOU UMBERTO PINHEIRO
E ESTES SÃO OS DESTAQUES DE HOJE DO JORNAL DO SENADO, QUE COMEÇA AGORA
ELEIÇÃO DESTE DOMINGO RENOVARÁ DOIS TERÇOS DA COMPOSIÇÃO DO SENADO FEDERAL
PROJETO PREVÊ ADAPTAÇÃO PARA ATENDIMENTO DE SAÚDE DIGNO A PESSOAS COM OBESIDADE
SENADO PODE ACABAR COM LIMITES DE VAGAS PARA MULHERES EM CONCURSOS NA ÁREA DE SEGURANÇA PÚBLICA
BOA NOITE! NAS ELEIÇÕES DESTE ANO, O ELEITOR VAI ESCOLHER SEIS REPRESENTANTES, EM UMA SEQUÊNCIA QUE PRECISA SER OBSERVADA NA URNA ELETRÔNICA. PARA O SENADO, SERÃO DOIS VOTOS: O ELEITOR DEVE ESCOLHER DOIS CANDIDATOS DIFERENTES. OS DETALHES COM A REPÓRTER YASMIM RODRIGUES.
Em 2026, cada eleitor vai votar duas vezes para o Senado. Mas, antes de chegar aos senadores, o eleitor precisa passar por outras escolhas na urna. E saber a ordem dos cargos e a quantidade de números de cada candidato ajuda a evitar erros na hora da votação.
A jornalista do Senado Ester Monteiro explica a ordem e quantos dígitos devem ser digitados em cada escolha.
“Primeiro, é a vez do deputado federal, são quatro dígitos. Depois, deputado estadual ou distrital, cinco dígitos. E aí é que chega a vez do senador. São dois votos, dois nomes diferentes. E são três dígitos. E depois é que você vai votar para governador, dois dígitos, e para presidente da República, dois dígitos.”
Também não é possível votar na legenda para senador. Como a eleição para o Senado é majoritária, o eleitor precisa escolher nominalmente dois candidatos.
Em uma eleição, cada estado e o Distrito Federal escolhem um senador; na seguinte, dois. Neste ano, serão renovadas 54 cadeiras, o equivalente a dois terços da Casa. E os dois votos para senador tem exatamente o mesmo peso.
CENTO E CINQUENTA E OITO MILHÕES DE BRASILEIROS VÃO ÀS URNAS NESTE DOMINGO. O REPÓRTER MARCIO MATURANA TRAZ MAIS NÚMEROS DESTA ELEIÇÃO E RECOMENDAÇÕES DA JUSTIÇA ELEITORAL.
Não se pode entrar na cabine eleitoral com celular ou outro objeto que possa registrar o voto. Esses aparelhos têm que ficar com os mesários. Mas o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, recomenda que se levem os números num pedaço de papel.
A colinha eleitoral, de papel, pode e deve ser usada para que eleitoras e eleitores anotem os números dos candidatos e possam votar com calma e certeza.
Estão cadastrados 158 milhões de eleitores em 5.571 municípios com mais de 517 mil seções eleitorais, que se somam a 1.351 seções eleitorais no exterior. São 13 nomes disputando para presidente, 318 para senador e 7.803 para deputado federal.
Para votar em senador, digite o número completo do candidato, com três dígitos.
Só o número do partido anula o voto.
DOIS VOTOS. DOIS CANDIDATOS. ATENÇÃO NA URNA.
EMISSORAS DE RÁDIO DE TODO O PAÍS PODERÃO TRANSMITIR, GRATUITAMENTE, A COBERTURA ESPECIAL DA RÁDIO SENADO NO PRIMEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES. A PROGRAMAÇÃO COMEÇA ÀS OITO DA MANHÃ, COM INFORMAÇÃO E ANÁLISES SOBRE A VOTAÇÃO. ÀS CINCO DA TARDE, APÓS O FECHAMENTO DAS URNAS, UM PROGRAMA ESPECIAL ACOMPANHA A APURAÇÃO, VOTO A VOTO. O SINAL ESTÁ ABERTO ÀS EMISSORAS PARCEIRAS DA RADIOAGÊNCIA SENADO. ENTRE EM CONTATO E RECEBA OS LINKS DE TRANSMISSÃO MANDANDO UM E-MAIL PARA RADIOAGENCIA@SENADO.LEG.BR. REPETINDO: RADIOAGENCIA@SENADO.LEG.BR.
O SENADO VAI ANALISAR UM PROJETO DE LEI QUE OBRIGA OS ESTABELECIMENTOS QUE PRESTAM SERVIÇOS PÚBLICO E PRIVADO DE SAÚDE A SE ADAPTAREM PARA GARANTIR ATENDIMENTO DIGNO A PESSOAS COM OBESIDADE. DADOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE INDICAM QUE, EM 2024, A PROPORÇÃO DE ADULTOS COM OBESIDADE NO DISTRITO FEDERAL E NAS CAPITAIS DE ESTADO SUPEROU A MARCA DE VINTE E CINCO POR CENTO. REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
A ideia do projeto é garantir às pessoas com obesidade o acesso à saúde, por meio de equipamentos e mobiliário compatíveis com suas especificidades. Macas, cadeiras de rodas, balanças, aparelhos de aferição de pressão arterial e máquinas usadas no diagnóstico por imagem devem ser dimensionados, de modo que possam garantir o pronto atendimento dessa parcela da população.
Ao afirmar que essa adaptação nos estabelecimentos garante o acesso aos serviços de saúde, a médica e autora do projeto, senadora Doutora Eudócia, do PSDB de Alagoas, citou algumas medidas que podem reduzir o número de casos de obesidade e suas complicações.
conscientizarmos a nossa população de que a alimentação saudável, balanceada, exercícios físicos e manter a sua rotina de consultas médicas é de suma importância. Obviamente, também fazer o check-up uma vez por ano, ao menos. E na classe infantil, acompanhamento pediátrico.
Pelo texto, a assistência às pessoas com obesidade não deverá ser negada ou recusada, caso no posto, unidade de saúde ou hospital não haja esse material disponivel. A falta de equipamentos adequados também não pode representar qualquer constrangimento, exposição indevida, discriminação ou tratamento indigno.
O SENADO PODE ACABAR COM O LIMITE DE VAGAS PARA O PÚBLICO FEMININO EM CONCURSOS DA ÁREA DE SEGURANÇA PÚBLICA. PROPOSTA, JÁ APROVADA NA COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E QUE AGUARDA VOTAÇÃO NO PLENÁRIO, AINDA RESERVA PELO MENOS VINTE POR CENTO DAS VAGAS NAS POLÍCIAS E CORPOS DE BOMBEIROS A MULHERES. REPÓRTER BRUNO LOURENÇO.
O projeto de lei que proíbe a limitação de vagas para mulheres em concursos da área de segurança pública cria ainda a Política Nacional de Valorização das Mulheres para o setor. A proposta reserva também pelo menos 20% das vagas nos concursos públicos para as polícias e bombeiros para o público feminino. A relatora na Comissão de Segurança Pública, senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, defendeu as medidas.
O que queremos: uma política de valorização da mulher lá na Polícia Militar, no Corpo de Bombeiros, na Polícia Civil.
A nova política, que será condição para o repasse de verbas do Fundo Nacional do setor, estabelece igualdade de oportunidades entre mulheres e homens nas carreiras da segurança pública; fim da exclusividade ou preferência dessas atividades para homens; rejeição de práticas, atitudes e crenças discriminatórias; e o enfrentamento do assédio e da violência contra mulheres no ambiente de trabalho.
MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL E ECONÔMICA PODERÃO TER ACESSO AO AUXÍLIO RECOMEÇO. A PROPOSTA, EM ANÁLISE NA COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, DETERMINA QUE O BENEFÍCIO DE ATÉ UM SALÁRIO MÍNIMO SERÁ PAGO MENSALMENTE PELO PRAZO DE SEIS MESES, PODENDO SER PRORROGADO. PELO PROJETO, O PAGAMENTO PODERÁ SER ACUMULADO COM OUTROS PROGRAMAS ASSISTENCIAIS.
O CUSTEIO DO AUXÍLIO PODERÁ SER FEITO COM VERBAS DA UNIÃO OU DE FUNDOS ESPECÍFICOS DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES. ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS TAMBÉM PODERÃO COMPLEMENTAR OS RECURSOS. NA AVALIAÇÃO DO AUTOR DA MEDIDA, SENADOR CONFÚCIO MOURA, DO MDB DE RONDÔNIA, A DEPENDÊNCIA FINANCEIRA PODE DIFICULTAR O ROMPIMENTO DA SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA SOFRIDA PELA MULHER.
“Grande parte das mulheres suporta a violência por causa do homem protetor, do homem que é o mantenedor da casa. Mas, tirando-a dali, levando para proteção, garantindo uma sustentação por seis meses e capacitando essas mulheres, com certeza, a coisa melhora.”
COM TRABALHOS TÉCNICOS DE ELISEU CAIRES, O JORNAL DO SENADO FICA POR AQUI. ACOMPANHE, AGORA, AS NOTÍCIAS DA CÂMARA DOS DEPUTADOS E DO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO. BOA NOITE. //

