Vai à sanção Semana Nacional de Retiros Culturais
O projeto de lei (PL 509/2020) que cria a Semana Nacional de Retiros Culturais seguiu para a sanção presidencial. A proposta da senadora Eliziane Gama (PSD-MA) institui a semana entre a sexta-feira de Carnaval e a quarta-feira de Cinzas. Além disso, reconhece os retiros já organizados por comunidades cristãs nesse período, com atividades de oração, música e formação para jovens e famílias. Para Eliziane, a iniciativa reconhece uma tradição da juventude evangélica de todo o país.

Transcrição
Se sancionada, a Semana Nacional de Retiros Culturais será celebrada anualmente nos dias do Carnaval, entre a sexta-feira e a quarta-feira de Cinzas.
O objetivo é promover eventos da cultura cristã, como encontros de oração, seminários e shows, como alternativa de lazer durante este período de festas.
A proposta da senadora Eliziane Gama, do PSD do Maranhão, foi aprovada pela Câmara dos Deputados e agora segue para sanção presidencial.
O texto reconhece uma prática já comum em várias igrejas do país, quando comunidades cristãs organizam retiros espirituais no período que antecede a Quaresma, com atividades voltadas para jovens e famílias.
Para a senadora Eliziane, a aprovação durante o Carnaval é um gesto de respeito às tradições do país e, em especial, aos evangélicos.
(senadora Eliziane Gama) "Ver esse projeto aprovado é para mim uma conquista, é uma honra, uma felicidade, me emociona muito porque reconhece uma tradição da juventude evangélica do Brasil inteiro. E acaba fortalecendo valores, renovando a nossa fé, unindo comunidades. Na verdade, é o encontro de louvor e comunhão que a gente faz historicamente, sou evangélica desde que eu nasci e vejo os retiros no Brasil. E hoje a lei aprovada consagra uma tradição que já existe nas igrejas evangélicas de todo o Brasil."
Os retiros podem incluir oficinas, apresentações musicais, teatro, dança, debates, ações de formação e atividades voltadas especialmente para jovens.
Se sancionada, a lei passa a valer na data da publicação.
Da Rádio Senado, Marcella Cunha.

