Boletim.leg - Edição das 22h — Rádio Senado
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Boletim.leg - Edição das 22h

Caso Master acende preocupação de senador sobre investimentos dos fundos de servidores públicos.

Projeto garante transporte gratuito para realização de exames neonatais em recém-nascidos.

27/02/2026, 22h00
Duração de áudio: 05:28

Transcrição
CASO MASTER ACENDE PREOCUPAÇÃO DE SENADOR SOBRE INVESTIMENTOS DOS FUNDOS DE SERVIDORES PÚBLICOS três estados e 16 municípios aplicaram quase R$ 2 bilhões no Banco Master, prejuízo deverá ser bancado pelos próprios servidores por não haver garantias. PROJETO GARANTE TRANSPORTE GRATUITO PARA RESPONSÁVEL LEVAR RECEM-NASCIDO A EXAMES NEONATAIS ... EU SOU MARLUCI RIBEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG AS FRAUDES DO BANCO MASTER LEVANTARAM A PREOCUPAÇÃO DE SENADOR SOBRE COMO SÃO FEITOS OS INVESTIMENTOS DOS FUNDOS DE APOSENTADORIA E PENSÃO DOS SERVIDORES PÚBLICOS. INFORMAÇÕES COM A REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN. O senador Omar Aziz, do PSD do Amazonas, quer que a Comissão de Assuntos Econônicos analise os investimentos feitos por fundos de aposentadoria e pensão de servidores públicos.  Ao citar que três estados e 16 municípios aplicaram quase R$ 2 bilhões no Banco Master, ele destacou que este prejuízo deverá ser bancado pelos próprios servidores por não haver garantias. Omar Aziz lembrou o caso do Postalis, fundo de aposentadoria dos Correios, que por má gestão e investimentos de alto risco teve um rombo de R$ 16 bilhões pagos pelos aposentados.  Como diz a minha região: quem é mordido por  cobra tem medo de minhoca. É necessário a gente fazer um levantamento de todas as Previdências do Brasil, estaduais e municipais, para saber onde está aplicado essas aplicações não correm risco. Então, a subcomissão deve analisar um a um destes casos.  Omar Aziz  quer que os estados e municípios encaminhem para o Senado os investimentos feitos com os recursos dos servidores públicos.  temos que exigir que os estados nos encaminham onde está aplicado o recurso dos aposentados nesse momento, se tem segurança, se não tem segurança, para que não aconteça o que aconteceu com o caso Master.  Segundo o Ministério da Previdência, existem hoje no País 2.130 fundos de regimes próprios de previdência social. OS ACOMPANHANTES DE RECÉM NASCIDOS PODERÃO TER TRANSPORTE GRATUITO PARA REALIZAR EXAMES NEONATAIS. O PROJETO, JÁ APROVADO NO SENADO, DEVE SER ENVIADO PARA ANÁLISE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS. REPÓRTER MARCELLA CUNHA. O projeto da senadora Mara Gabrilli, do PSD de São Paulo, garante gratuidade no transporte coletivo para o acompanhante de recém-nascidos que precisem de exames e consultas do Programa Nacional de Triagem Neonatal. Entre eles, o teste do pezinho oferecido na rede pública e considerado fundamental para identificar precocemente doenças graves e raras. A relatora, senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, reforçou a importância das consultas e exames dos bebês. Busca facilitar o acesso das famílias de baixa renda residentes em áreas rurais ou afastadas desses centros, assegurando o seguimento diagnóstico e terapêutico adequado e promovendo maior equidade no âmbito do Programa Nacional de Triagem Neonatal. Pela proposta, os municípios deverão regulamentar a gratuidade para as mães de bebês. O custo deverá estar previsto no orçamento de estados e municípios que participam do Programa Nacional de Triagem Neonatal, sem a criação de um novo fundo federal. O projeto segue para a Câmara dos Deputados. AS FAMÍLIAS COM ÓRFÃOS POR FEMINICÍDIO PODEM TER PRIORIDADE NO PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA. ESSE É O OBJETIVO DE UM PROJETO QUE COMEÇOU A SER DISCUTIDO NO SENADO. REPÓRTER PEDRO PINCER. Os senadores vão discutir o projeto de lei que estabelece como critério de priorização no Programa Minha Casa, Minha Vida as famílias responsáveis por criança ou adolescente órfão em razão do crime de feminicídio. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, no ano passado 1.470 mulheres foram assassinadas em todo o País. Para o autor, senador Jayme Campos, do União de Mato Grosso, a garantia de uma moradia pode assegurar condições mínimas de cuidado e proteção, permitindo que esses órfãos tenham a chnce de reconstruir a vida. O projeto de lei que hoje apresento compreende esse esforço, incorporando a dimensão habitacional à rede de proteção para órgãos que certamente são vítimas de feminicídio. Os órfãos serão beneficiados de uma forma direta. Esse projeto é um gesto concreto de responsabilidade social. É uma forma de dizer que o Brasil não fechará os olhos diante do sofrimento dessas crianças e adolescentes. O projeto ainda será encaminhado para as comissões temáticas da Casa. OUTRAS NOTÍCIAS ESTÃO DISPONÍVEIS EM: SENADO.LEG.BR/RADIO.

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