Esporte: educação e inclusão


Apresentação

O Programa Senado Jovem Brasileiro, criado por meio da Resolução 42/2010, engloba o Projeto Jovem Senador e o Concurso de Redação do Senado Federal.  O nome-síntese Jovem Senador é utilizado para referir-se ao conjunto das atividades do Programa.

O Jovem Senador é realizado anualmente e proporciona aos estudantes do ensino médio das escolas públicas estaduais e do Distrito Federal, de até 19 anos, conhecimento acerca da estrutura e do funcionamento do Poder Legislativo no Brasil.

A cada ano é proposto um tema de redação como forma de ingresso. A legislatura tem duração de quatro dias e inicia-se com a posse dos jovens senadores e a eleição da Mesa. Os trabalhos são encerrados com a aprovação dos projetos e a consequente publicação no Diário do Senado Federal.

Para participar, as instituições de ensino são convidadas a promover um concurso de redação interno entre os alunos com o tema anual e enviar o melhor texto à correspondente Secretaria de Educação. A secretaria selecionará três redações para representar o estado na etapa nacional*.

No Senado Federal, uma comissão julgadora é formada para classificar os textos de cada uma das unidades da Federação e também o primeiro, o segundo e o terceiro colocados nacionais.

Os autores das 27 melhores redações — um por unidade da Federação — são automaticamente selecionados para vivenciar, em Brasília, o processo de discussão e elaboração das leis do país, simulando a atuação dos senadores da República. Outros prêmios também estão previstos para alunos e escolas.

O projeto conta com a parceria do Ministério da Educação (MEC), do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e o apoio das secretarias de Educação dos estados e do Distrito Federal.

 

A árvore símbolo do Jovem Senador

Por que escolhemos uma árvore como símbolo do Jovem Senador?

Como um projeto que fala para os jovens e deseja que eles sejam a razão de sua existência, utilizar a árvore como símbolo do projeto sempre nos pareceu algo natural, um modo de associar o processo de educação e formação política à natureza de crescimento permanente e geradora de frutos das árvores.

Em várias culturas, a árvore é utilizada como símbolo da vida, representando a evolução permanente, a fonte do conhecimento. E é desse modo que vemos nossos jovens, a vida em ebulição, um caminho a percorrer, um mundo a conquistar. Nossa proposta é oferecer ferramentas que possibilitem ao aluno ser independente, um ser de pensamento autônomo, crítico e criativo.

A ideia de juventude está diretamente associada ao conceito de desenvolvimento, projetos que se estruturam e evoluem. A árvore nos remete a esses conceitos e vai além. Ela nos lembra de como precisamos ter raízes fortes para crescer, de como a educação pode gerar frutos, espalhar sementes, gerar conhecimento e construir um mundo melhor.

Se a árvore precisa de água, ar e luz para sobreviver, os jovens precisam de cuidado, atenção, estímulos e muito apoio. Esse crescimento, da árvore e dos jovens é baseado na transformação, nas relações que se estabelecem entre eles e o que está à sua volta. Implica em interação, troca, adaptações, aprendizado. Assim como a árvore, o jovem depende do ambiente onde está inserido para desenvolver-se, vislumbrar novos horizontes, atuar em prol do coletivo, aprender e interagir com o próximo, aceitar as diferenças, adaptar-se, transformar-se.

A árvore dá sombra, conforta, protege. Nela vemos espaço para encontros, e o Jovem Senador é antes de tudo um Encontro pela Educação Política dos jovens, pela sua formação cidadã, pelo seu crescimento enquanto ser pensante e político.

O conceito de juventude tem implícita a ideia de formação, de aprendizado, de busca pela identidade e a árvore é um símbolo capaz de expressar os ciclos da vida e a conexão com o processo de criação.  Ela pode representar a configuração do processo humano de desenvolvimento pessoal, da interação dinâmica entre os vários níveis da experiência a que somos expostos em todas as fases de nossa existência.

Uma árvore nasce da semente, precisa de cuidados até que possa ter o tronco forte, as raízes profundas e a copa frondosa. O crescimento demanda tempo, dedicação, cuidado. E não seria assim que deveríamos cuidar de nossos jovens? O que podemos fazer de melhor por eles do que dar a chance de conhecer novos mundos, trocar experiências, descobrir outras perspectivas, refletir, discutir, ouvir e ser capaz de enxergar no outro a sua própria identidade?

Se há algo que possamos fazer por uma sociedade mais humana e justa, é cultivar árvores e cuidar dos nossos jovens!

 

A marca

A logomarca surgiu em 2008, com a primeira edição do Concurso de Redação do Senado.  A criação tinha como conceito a ideia central de “conhecimento”, tanto sobre o funcionamento do Senado Federal quanto em relação ao olhar dos estudantes a respeito de temas relevantes para a sociedade e com uma reflexão sobre o exercício da cidadania.

A ideia da árvore foi um modo de associar o processo de educação e formação política à natureza de crescimento permanente e geradora de frutos.  Em várias culturas, a árvore é utilizada como símbolo da vida, representando a evolução permanente, e a analogia também remete a como a educação pode gerar frutos, espalhar sementes, produzir conhecimento e construir um mundo melhor.

Os galhos e as folhagens foram compostos por letras, que simbolizam a escrita e o conhecimento. Com um desenho vazado, fluido, buscou-se transmitir leveza, ao mesmo tempo em que se procurou remeter à tradição, identificando o Senado Federal. Para isso, decidiu-se por uma tipografia mais clássica: na primeira marca, as letras são da fonte Baskerville, criada há mais de 200 anos.

Entre os anos de 2008 e 2012, o desenho e a programação visual originais foram mantidos, mas a cada edição havia mudança na aplicação das cores e o tema da redação era publicado na marca.

Em 2013 a programação visual foi atualizada, mantendo o desenho da árvore, cuja identificação já havia sido consolidada. O nome síntese “Jovem Senador” e o respectivo ano de edição passaram a compor a peça. A fonte foi trocada para Helvetica, mais arredondada e moderna, e a combinação de cores tornou-se fixa. O azul é a cor do Senado e o laranja, uma cor vibrante, que transmite a modernidade e a jovialidade que se buscou com a mudança. Assim, o objetivo foi reduzir a formalidade e aproximá-la mais do público. O tema da redação deixou de integrar a marca, as informações ficaram sucintas e dispostas de maneira mais simplificada.

Assim, o símbolo foi definido adequando-se à essência do Jovem Senador: juventude e cidadania.

... segue alterando
somente o ano.



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