CPI Chapecoense

CBF diz que não interferiu na escolha da LaMia para transportar Chapecoense à Colômbia

01:53CBF diz que não interferiu na escolha da LaMia para transportar Chapecoense à Colômbia

Transcrição LOC: CBF NEGA INGERÊNCIA NA ESCOLHA DA LAMIA PARA TRANSPORTAR CHAPECOENSE À COLÔMBIA. ACIDENTE MATOU 71 PESSOAS EM 2016. LOC: REPRESENTANTE DA OFF SIDE, EMPRESA APONTADA COMO INTERMEDIÁRIA ENTRE A COMPANHIA AÉREA BOLIVIANA E AS ENTIDADES ORGANIZADORAS DO FUTEBOL BRASILEIRO E SULAMERICANO, TAMBÉM NEGOU ENVOLVIMENTO DURANTE DEPOIMENTO NA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO SOBRE A TRAGÉDIA. REPÓRTER PEDRO PINCER. (TÉC):A comissão parlamentar de inquérito que investiga o acidente com a Chapecoense, que matou 71 pessoas em 2016, na Colômbia ouviu nessa terça-feira o secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol, Walter Feldman. Ele reiterou que a entidade fez tudo o que podia na ocasião. O dirigente citou a instalação de um gabinete de crise, apoio médico aos sobreviventes, deslocamento dos corpos por aviões da FAB e a doação de 5 milhões de reais ao clube catarinense. Feldman disse, qual foi a responsabilidade da CBF na escolha da companhia boliviana La Mia para levar a Chapecoense até Medellín. (Walter Feldman): "Absolutamente nada. Zero. Nada, não temos nenhum tipo de interferência ou decisão sobre isso. Se tivéssemos tido, nós poderíamos eventualmente dizer que temos um sistema centralizado, com todas as informações da qualidade do funcionamento da logística no nosso futebol." (Repórter): A senadora Leila Barros, do PSB do Distrito Federal, não ficou satisfeita e criticou a postura da confederação, especialmente no tocante à falta de apoio às famílias. (Leila Barros): "O que nós assistimos hoje é um total descaso e houve um crime! Eu acho que a CBF poderia ter agido de uma forma mais ostensiva junto à Conmebol para a elucidação e as respostas para essas famílias." (Repórter): O representante da Off Side Logística Esportiva, apontada como intermediária entre a LaMia e as entidades organizadoras do futebol brasileiro e sulamericano, disse que a responsabilidade da empresa era com a logística terrestre da viagem. Rodrigo Ernesto de Andrade informou que a Chapecoense é cliente da empresa desde 2012. A CPI volta a se reunir em 3 de março, quando deve ouvir representantes de seguradoras. Da Rádio Senado, Pedro Pincer.

A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga o acidente com a Chapecoense, que matou 71 pessoas em 2016, na Colômbia ouviu nessa terça-feira (18) o secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol, Walter Feldman. Ele reiterou que a entidade fez tudo o que podia na ocasião. O dirigente citou a instalação de um gabinete de crise, apoio médico aos sobreviventes, deslocamento dos corpos por aviões da FAB e a doação de 5 milhões de reais ao clube catarinense. Feldman disse que a entidade não teve qualquer responsabilidade na escolha da companhia boliviana La Mia para levar a Chapecoense até Medellín. Mais informações com o repórter Pedro Pincer.

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