Publicada MP que protege direitos comerciais durante a Copa do Mundo Feminina de 2027
O governo publicou uma Medida Provisória (MPV 1335/2026) com regras para a proteção de direitos comerciais e de transmissão da Copa do Mundo Feminina de Futebol, que acontece no Brasil em 2027. O texto garante exclusividade à FIFA na promoção do evento, na exploração comercial do entorno dos estádios e no credenciamento de profissionais, além de prever a cessão de ao menos 3% das imagens para uso jornalístico. A Copa ocorrerá de 24 de junho a 25 de julho de 2027, em oito capitais brasileiras.

Transcrição
A medida provisória 1335 de 2026 estabelece regras para a proteção de direitos comerciais e de transmissão durante a Copa do Mundo Feminina de Futebol Feminino que ocorrerá no Brasil em 2027. O texto prevê a exclusividade para a FIFA de uma série de mecanismos para a promoção do evento, bem como da exploração comercial dos arredores dos estádios que serão utilizados no campeonato e do credenciamento de profissionais que vão trabalhar nos eventos. A FIFA fica obrigada, em contrapartida, a ceder pelo menos três por cento de imagens dos jogos para divulgação em noticiários. O senador Otto Alencar, do PSD da Bahia, espera que o Brasil promova um grande evento e que a seleção brasileira possa conquistar o título pela primeira vez.
Otto Alencar – O futebol hoje feminino é muito solicitado em todos os estados. Nós esperamos que dessa vez o Brasil tenha a capacidade e a condição de ser campeão mundial do futebol feminino. Já tentamos algumas vezes. O exemplo maior é de uma nordestina, é da Marta, a maior jogadora de futebol do mundo, várias vezes.
A Copa do Mundo Feminina de Futebol acontecerá entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027, em oito cidades brasileiras. São elas: Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Fortaleza e Recife. A medida provisória, embora já esteja valendo, passará por votação em uma comissão de senadores e deputados antes das votações nos plenários da Câmara e do Senado. Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.

