CMA aprova projeto que isenta carros elétricos fabricados no Brasil de pagar IPI — Rádio Senado
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CMA aprova projeto que isenta carros elétricos fabricados no Brasil de pagar IPI

20/10/2015, 12h31 - ATUALIZADO EM 20/10/2015, 12h31
Duração de áudio: 02:04
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Transcrição
LOC: OS CARROS ELÉTRICOS FABRICADOS NO BRASIL E OS VEÍCULOS QUE USAM PELO MENOS 30 POR CENTO DE BIODIESEL PODEM FICAR ISENTOS DE PAGAR O IPI. LOC: UMA PROPOSTA COM ESTE OBJETIVO FOI APROVADA NESTA TERÇA-FEIRA PELA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE. REPÓRTER GEORGE CARDIM. Téc: A proposta do senador licenciado Eduardo Braga, atual ministro de Minas e Energia, acaba por dez anos com a cobrança do IPI para os carros elétricos ou movidos à bateria e álcool fabricados no Brasil. O texto também isenta do Imposto sobre produtos Industrializados os equipamentos para recarga das baterias. A relatora, senadora Vanessa Grazziotin, do PC do B do Amazonas, explicou que a proposta busca incentivar a produção nacional de carros, caminhões, guindastes e betoneiras que utilizam esta tecnologia. Ela argumentou que os motores elétricos são mais eficientes e poluem menos. (Vanessa) “motores elétricos, além de emitirem menos gases de efeito estufa, também são menos poluentes do que os que utilizam gasolina ou outros combustíveis fósseis que, por exemplo, também liberam chumbo e enxofre. De fato, o setor de transportes tem se tornado um dos principais emissores de poluentes e de gases de efeito estufa no Brasil” (Cardim) A senadora Vanessa Grazziotin também estendeu o benefício para os veículos que utilizem mistura de biodiesel igual ou superior a 30% no óleo diesel. Ela destacou as vantagens ambientais e econômicas do biodiesel. (Vanessa) “O biodiesel reduz em cerca de 70% as emissões de gases de efeito estufa, e reduz entre 60 e 70% as emissões de material particular, responsáveis por graves problemas de saúde pública. Desde 2012, a OMS considera essas emissões como cancerígenas afetando todo o corpo humano, sobretudo os pulmões” (Cardim) A proposta aprovada pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle deve ser analisada agora pela Comissão de Assuntos Econômicos antes de seguir para a Câmara dos Deputados.

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