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20% das vagas não ocupadas nas universidades públicas devem ser reservadas para os idosos

01:4820% das vagas não ocupadas nas universidades públicas devem ser reservadas para os idosos

Transcrição LOC: PARTE DAS VAGAS NÃO OCUPADAS NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS DEVEM SER RESERVADAS PARA AS PESSOAS COM 60 ANOS OU MAIS. LOC: É O QUE ESTABELECE UM PROJETO APROVADO PELA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DO SENADO. CADA INSTITUIÇÃO DEVE ESTABELECER AS REGRAS DE ACESSO DOS IDOSOS. REPÓRTER GEORGE CARDIM. TÉC: O relatório do senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, reserva vinte por cento das vagas ociosas dos cursos das instituições federais de ensino superior para os brasileiros com sessenta anos ou mais. Pelo texto, as universidades terão autonomia para decidir a forma de seleção e entrada dos idosos e as vagas não preenchidas devem voltar para o sistema de acesso universal. Paulo Paim destacou o processo de envelhecimento da população brasileira e defendeu políticas específicas para os idosos, que têm os piores indicadores educacionais e, muitas vezes, precisam trabalhar para garantir a renda familiar. (Paulo Paim) “Desse modo, seja para melhorar a qualidade de interações sociais que, ao cabo, se convertem em qualidade de vida, seja para viabilizar sua inserção produtiva no mundo do trabalho, a medida é virtuosa” (Repórter) O autor da proposta, senador Eduardo Amorim, do PSDB de Sergipe, disse que a iniciativa vai evitar o desperdício de vagas ociosas e dar uma nova oportunidade aos brasileiros com sessenta anos ou mais. (Eduardo Amorim) “Sabendo que a educação ela pode transformar qualquer um de nós independente da idade. Então, quem não teve oportunidade de estudar durante a adolescência, durante a sua juventude, é uma oportunidade que o poder público está dando aqui já que as vagas existem e elas não foram preenchidas” (Repórter) A matéria aprovada pelas Comissões de Direitos Humanos e de Educação segue agora para a Câmara dos Deputados. Da Rádio Senado, George Cardim.

A proposta (PLS 254/2016) aprovada pela Comissão de Educação reserva vinte por cento das vagas ociosas dos cursos das instituições federais de ensino superior para os brasileiros com sessenta anos ou mais. Pelo texto, as universidades terão autonomia para decidir a forma de seleção e entrada dos idosos e as vagas não preenchidas devem voltar para o sistema de acesso universal. O relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS), destacou o processo de envelhecimento da população brasileira e defendeu políticas específicas para os idosos, que têm os piores indicadores educacionais e, muitas vezes, precisam trabalhar para garantir a renda familiar. O autor do projeto, senador Eduardo Amorim, (PSDB-SE) disse que a iniciativa vai evitar o desperdício de vagas ociosas e dar uma nova oportunidade aos brasileiros com sessenta anos ou mais. A matéria segue para a Câmara dos Deputados. A reportagem é de George Cardim.

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