Covid-19

Trabalhadores intermitentes podem ser incluídos no auxílio emergencial

01:35Trabalhadores intermitentes podem ser incluídos no auxílio emergencial

Transcrição LOC: TRABALHADORES EM REGIME INTERMITENTE, COMO GARÇONS, COZINHEIRAS, SERVENTES E AJUDANTES DE OBRAS DEVEM TER O DIREITO AO AUXÍLIO-EMERGENCIAL DE 600 REAIS. LOC: ESTIMATIVA É DE QUE A MEDIDA ALCANCE DE 4 A 5 MILHÕES DE PESSOAS. A REPORTAGEM É DE BRUNO LOURENÇO: TÉC: O texto que veio da Câmara dos Deputados sobre o auxílio-emergencial em tempos de coronavírus fazia referência direta a trabalhadores inativos. Mas a expressão poderia deixar de fora milhões de brasileiros que têm contrato intermitente, mas que, no momento, não estão sendo chamados pelo empregador. É o caso de garçons, cozinheiros, serventes e faxineiros. O relator, senador Alessandro Vieira, do Cidadania de Sergipe, diz que sem a correção no projeto original, esses trabalhadores estariam sendo punidos, já que não têm direito a seguro desemprego. (Alessandro): A desproteção deste trabalhador neste cenário é inaceitável, porque ele é contribuinte obrigatório da Previdência Social. Não é lógico que, mesmo sem receber renda, ele não faça jus ao auxílio, enquanto um empregado informal poderá recebê-lo. É como se ele estivesse sendo punido por contribuir. (Repórter): O senador Vanderlan Cardoso, do PP de Goiás, autor da emenda sobre o trabalhador intermitente, defendeu a iniciativa. (Vanderlan): "Esses 600 reais para esses profissionais vão atender um pouco da angústia dos brasileiros , principalmente atendendo a essa exigência do ministério da Saúde para ficar em casa. Ficar em casa sem ter um pouquinho de recursos para comprar alimento ou mesmo remédio" (Repórter): Vanderlan Cardoso calcula que a medida poderá alcançar de 4 a 5 milhões de pessoas. Da Rádio Senado, Bruno Lourenço.

Trabalhadores em regime intermitente, como garçons, cozinheiras, serventes e ajudantes de obras pode ser incluídos nos que têm direito ao auxílio emergencial de R$ 600. O senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), que defendeu a iniciativa, diz que o texto original enviado pela Câmara acaba punindo esses trabalhadores, que não têm direito a seguro desemprego. A reportagem é de Bruno Lourenço.

PL 1066/2020

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