Apagão

Davi pede participação da PF e do MPF em investigação sobre apagão no Amapá

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), solicitou auxílio da Polícia Federal para investigação das causas do incêndio em uma subestação que deixou grande parte do Amapá sem energia elétrica. O Ministério Público Federal também apura o caso. As eleições municipais na capital do estado, Macapá, foram adiadas em decisão do Tribunal Superior Eleitoral. Mais informações com o repórter Rodrigo Resende, da Rádio Senado.

12/11/2020, 14h58 - ATUALIZADO EM 12/11/2020, 15h05
Duração de áudio: 02:02
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Transcrição
LOC: O PRESIDENTE DO SENADO, DAVI ALCOLUMBRE, DEFENDEU UMA PUNIÇÃO RIGOROSA AOS RESPONSÁVEIS PELO APAGÃO EM PARTE DO ESTADO DESDE O DIA 3 DE NOVEMBRO. LOC: DEVIDO AO CLIMA DE INSTABILIDADE, AS ELEIÇÕES NA CAPITAL, MACAPÁ, FORAM ADIADAS. MAIS INFORMAÇÕES COM O REPÓRTER RODRIGO RESENDE: (Repórter) O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do Democratas do Amapá, afirmou que a principal preocupação neste momento no estado deve ser com a integridade das pessoas, com o restabelecimento de forma rápida da energia elétrica nas cidades amapaenses. Davi destaca que os cidadãos não podem viver em um clima de insegurança: (Davi Alcolumbre) Cenas de terror, pneus queimados na rua, manifestações, agressões ... eu quero novamente reconhecer e eu entendo a indignação. Eu apoio as manifestações pacíficas. As manifestações nos ajudam a enxergar o outro lado. (Repórter) Davi Alcolumbre solicitou à Polícia Federal auxílio para a investigação do incêndio que causa falta de energia elétrica em parte do estado desde o dia 3 de novembro: (Davi Alcolumbre) Foi um incêndio em uma subestação. Se foi um raio, se foi criminoso, se foi sabotagem, o que foi... os culpados serão punidos dentro dos rigores da lei. (Repórter) O Ministério Público Federal também já abriu um inquérito para investigar a situação. Devido ao clima de instabilidade, a eleição municipal na capital do estado, Macapá, foi adiada a partir de decisão do Tribunal Superior Eleitoral. O presidente do TRE do Amapá, Romel Araújo, afirmou que o adiamento foi necessário devido ao movimento, identificado por órgãos de inteligência, de grupos que pretendiam causar tumultos no dia da votação: (Romel Araújo) Nós passamos a ter movimentos nas ruas, alguns voluntários e outros direcionados por facções criminosas. De sorte que colocaria em risco a realização das eleições principalmente porque já estava havendo chamada através do Whatsapp, canais de Whatsapp, redes de internet, para que movimentos nesse sentido, com violência, ocorresse no dia da eleição em frente aos locais de votação. (Repórter) A nova data para a eleição em Macapá ainda não foi definida.

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