Pessoas com deficiência poderão contar com acompanhante em consultas médicas
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) aprovou o projeto (PL 2.383/2023) que assegura o direito a acompanhante ou atendente pessoal para pessoas com deficiência, não apenas em casos de internação, mas também durante atendimentos, procedimentos e exames médicos . A proposta recebeu parecer favorável da relatora, senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), e segue para a Comissão de Assuntos Sociais.

Transcrição
O direito a acompanhante ou atendente pessoal durante atendimentos, procedimentos e exames médicos para pessoas com deficiência foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos.
A legislação atual já prevê esse direito em situações mais restritas como a internação. A proposta da Câmara dos Deputados altera a Lei Brasileira de Inclusão, e amplia essa proteção para outras etapas do cuidado em saúde.
O objetivo é reduzir barreiras enfrentadas por pessoas com deficiência, especialmente na comunicação com profissionais de saúde.
Segundo a relatora, senadora Mara Gabrilli, do PSD de São Paulo, a medida reforça a acessibilidade e pode trazer mais proteção ao paciente, ao permitir apoio durante o atendimento.
(senadora Mara Gabrilli) "Especialmente em situações em que a presença de acompanhante ou atendente pessoal pode favorecer maior segurança, melhor compreensão das orientações médicas e efetivo exercício da autonomia".
A proposta mantém o caráter de escolha, ou seja, garante o direito ao acompanhante sem tornar obrigatório em todos os casos.
O projeto segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais.
Da Rádio Senado, Patrícia Oliveira.

