Gastos do governo no combate à pandemia chegam a R$ 509 bilhões — Rádio Senado
Coronavírus

Gastos do governo no combate à pandemia chegam a R$ 509 bilhões

O governo federal já pagou despesas no total de R$ 509,1 bilhões em ações e investimentos relacionados ao combate à pandemia de coronavírus. Os dados são do Siga Brasil, o portal da transparência com dados sobre a execução orçamentária, que é diariamente atualizado pela Consultoria de Orçamento do Senado. Detalhes com o repórter Pedro Pincer, da Rádio Senado.

23/12/2020, 13h16 - ATUALIZADO EM 23/12/2020, 13h17
Duração de áudio: 02:03
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Transcrição
LOC: GOVERNO FEDERAL JÁ GASTOU 509 BILHÕES DE REAIS NO ENFRENTAMENTO À PANDEMIA LOC: A MAIOR PARTE DESSE DINHEIRO FOI DESTINADA AO PAGAMENTO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL. O REPÓRTER PEDRO PINCER TEM OS DETALHES: TÉC: (1223C01 - Pedro Pincer – Gastos Pandemia – F Luz T 2:00 (Repórter) O governo federal já pagou despesas no total de R$ 509,1 bilhões em ações e investimentos relacionados ao combate à pandemia de coronavírus. Os dados são do Siga Brasil, o portal da transparência que detalha a execução orçamentária e é diariamente atualizado pela Consultoria de Orçamento do Senado. O montante corresponde a 90% do que foi liberado de gastos relacionados à pandemia até 20 de dezembro e a 81,4% do planejado. O destaque nas despesas são os cinco meses de pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 para milhões de trabalhadores, responsável 45,33% do pago até a data. Se somado ao auxílio residual de R$ 300, reservado aos quatro últimos meses do ano, a distribuição direta de dinheiro aos cidadãos chega a 57,71% das despesas. O consultor de Orçamento do Senado Flávio Luz analisa os números e destaca a medida provisória que destina 20 bilhões de reais para a compra de vacinas (Flávio Luz 30) É um valor expressivo que altera substancialmente o resultado das finanças públicas nacionais. Ainda teremos recursos destinados à compra de vacinas agora pro início do ano, mas que esperamos que o retorno à normalidade no ano de 2021 possa fazer com que tenhamos um resultado fiscal mais adequado. (Repórter) Além do auxílio emergencial, outras políticas relacionadas à diminuição do impacto econômico da pandemia chamaram atenção durante o ano. Em segundo lugar, está o auxílio direto a estados e prefeituras, que já consumiu 12,4% do pago até 20 de dezembro. Mas, se forem somadas todas as políticas de transferência a estados e municípios, as despesas alcançam 21,9%. Em terceiro lugar, vêm as ações diretas de enfrentamento relacionadas a políticas de saúde: 12,3%.

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