Em 2018, Senado do Futuro debateu temas como energias renováveis e desenvolvimento do país — Rádio Senado
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Em 2018, Senado do Futuro debateu temas como energias renováveis e desenvolvimento do país

A Comissão Senado do Futuro (CSF) é a única comissão permanente do Senado que faz orientação para todos os projetos de lei. Por isso, é orientativa e não deliberativa, como as demais. Nas 26 audiências públicas interativas que promoveu durante o ano de 2018, abordou assuntos variados, como a democratização dos meios de comunicação, a crise hídrica, os rumos da educação no país e a regularização fundiária. Saiba mais na reportagem de Maria Ferreira.

20/12/2018, 18h57 - ATUALIZADO EM 20/12/2018, 18h57
Duração de áudio: 02:24
Comissão Senado do Futuro (CSF) realiza audiência pública para tratar sobre fontes de financiamento para as TVs Comunitárias.

Mesa:
diretor da TV Comunitária de Brasília, Paulo Miranda;
presidente da Associação Brasileira de Canais Comunitários (Abccom), Fernando Mauro;
presidente da CSF, senador Hélio José (Pros-DF);
vice-presidente jurídico da Associação Brasileira de TVs por Assinatura (ABTA), Marcelo Bechara de Souza Hobaika;
secretário de políticas de financiamento da Agência Nacional do Cinema (Ancine), Ricardo Cesar Pecorari.

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Transcrição
LOC:. DEMOCRATIZAÇÃO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO, LIDERANÇA COMUNITÁRIA, ENERGIAS RENOVÁVEIS E “BRASIL 2022: O PAÍS QUE QUEREMOS”. LOC: ESSES FORAM ALGUNS TEMAS DEBATIDOS PELA COMISSÃO SENADO DO FUTURO EM 2018. OS DETALHES COM A REPÓRTER MARIA FERREIRA. TÉC: A Comissão Senado do Futuro é a única comissão permanente do Senado que faz orientação para todos os projetos de lei. Por isso, ela é orientativa e não deliberativa, como as demais. Em 2018, foram 36 reuniões, incluindo 26 audiências públicas interativas. Entre os temas abordados estiveram: transporte público, democratização da comunicação e liderança comunitária. Outro assunto amplamente debatido foi o projeto “Brasil 2022: o país que queremos”, um ciclo de debates e seminários promovidos pela Comissão Senado do Futuro, em parceria com a Universidade de Brasília e a ONG União Planetária. O presidente do colegiado, senador Hélio José, do Pros do Distrito Federal, avaliou os trabalhos desenvolvidos no projeto. (Hélio José- Sonora 1) Foi profundamente debatido, com a participação intensa de todos. O que propiciou com certeza um grande amadurecimento e crescimento, tanto do Senado, quanto de nós, senadores, quanto das instituições e dos participantes. Então, consequentemente, isso foi mais um “handicape”(?) positivo dessa importante comissão, que cada ano toma mais importância. (Repórter) Na audiência sobre a democratização da comunicação, o diretor da TV Comunitária de Brasília, Paulo Miranda, destacou a importância da comunicação que se faz nos municípios, especialmente a de serviços públicos. (Paulo Miranda) São as mídias alternativas, não só as rádios comunitárias, as TVs comunitárias, mas todas as mídias alternativas que sofrem um bloqueio por falta de uma política de democracia informativa no país. A mídia comercial vai muito bem, mas a mídia comunitária brasileira ainda é muito capenga, muito sucateada. (Repórter) Já na audiência destinada a debater as energias renováveis, o tecnologista da Agência Espacial Brasileira, Cristiano Trein, atentou que o planejamento urbano deve considerar o viés energético. (Cristiano) As cidades estão ganhando importância. Significa que o planejamento urbano precisa observar essas matizes da questão da energia. Aí eu trago o Estatuto da Cidade. È necessário que se altere isso e inclua a energia como também uma ferramenta para garantia do desenvolvimento sustentável das cidades. Isso é da competência da União. (Repórter) A Comissão Senado do Futuro também discutiu em 2018 a violência nos estádios de futebol, os rumos da economia do país e a regularização fundiária. Com supervisão de Tiago Medeiros, da Rádio Senado, Maria Ferreira.

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