Boletim.leg - Edição das 22h — Rádio Senado
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Boletim.leg - Edição das 22h

Apesar do cumprimento da meta fiscal no ano, novo relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) prevê inflação e juros altos.

Projeto visa combater evasão escolar de jovens que se tornam pais e mães.

25/06/2026, 22h00
Duração de áudio: 05:30

Transcrição
APESAR DO CUMPRIMENTO DA META FISCAL NO ANO, NOVO RELATÓRIO DA IFI PREVÊ INFLAÇÃO E JUROS ALTOS a instabilidade em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, pressiona a inflação e prejudica o poder de compra das famílias PROJETO VISA COMBATER EVASÃO ESCOLAR DE JOVENS QUE SE TORNAM PAIS E MÃES ... EU SOU REGINA PINHEIRO E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG RECENTES CHOQUES DO PETRÓLEO DEVEM CAUSAR CENÁRIO DE INCERTEZA ECONÔMICA PARA O PRÓXIMO MANDATO PRESIDENCIAL. DETALHES DO NOVO RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DA INSTITUIÇÃO FISCAL INDEPENDENTE DO SENADO, COM O REPÓRTER DOUGLAS CASTILHO. Segundo a entidade, a instabilidade em alguns dos maiores produtores de petróleo do mundo, pressiona a inflação e prejudica o poder de compra das famílias, o que deve levar o Banco Central a manter uma política de juros altos por mais tempo.  Assim, o relatório prevê que a inflação feche o ano em 5,0%, resultado acima do teto da meta, e que a taxa Selic diminua apenas zero vinte e cinco ponto percentual. O diretor da IFI, Alexandre Andrade, explicou como todo esse processo acontece na prática dando o exemplo do diesel. (Alexandre Andrade) O diesel mais alto vai afetar fretes, custo de transporte de mercadorias e isso tudo é repassado por pros preços finais dos produtos. Então, a depender dos desdobramentos do conflito, isso tende a a ser muito ruim pros índices de inflação. Apesar desse aspecto negativo, o Brasil pode se beneficiar em outro ponto, ao menos no curto prazo. Como grande produtor de petróleo, o país aumenta o preço de venda, ganha dividendos pagos pela Petrobrás e ainda melhora a arrecadação de tributos, cumprindo a meta fiscal no ano. A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS APROVOU PROJETO QUE TRAZ UMA SÉRIE DE MEDIDAS PARA COMBATER A EVASÃO ESCOLAR DECORRENTE DA MATERNIDADE, PATERNIDADE E PARENTALIDADE PRECOCES. DETALHES COM O REPÓRTER BRUNO LOURENÇO. A proposta prevê a formação de uma rede de proteção para evitar que mães, pais ou mesmo pessoas próximas responsáveis por crianças pequenas sejam privadas da formação escolar. A relatora, senadora Ivete da Silveira, do MDB de Santa Catarina defendeu as medidas. (senadora Ivete da Silveira) A falta dessa proteção, sabemos bem, cria pessoas sem algumas das capacidades mais necessárias para a vida social, entre as quais se contam o aprendizado de padrões éticos universais e racionais, algo diferente daqueles aprendidos no ambiente familiar, bem como a educação científica, necessária como fundamento da qualificação da mão de obra, o que será imprescindível para que o futuro adulto possa adquirir bom padrão de vida. O projeto, que já havia sido aprovado na Comissão de Assuntos Sociais, seguiu para a Comissão de Educação.  O TRATAMENTO DA HEMOFILIA NO BRASIL AINDA ENFRENTA DESAFIOS, COMO AS DESIGUALDADES NO ACESSO A MEDICAMENTOS E OUTRAS TERAPIAS. A COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS PROMOVEU UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O ASSUNTO NESTA QUINTA-FEIRA. REPÓRTER MARCELA DINIZ: O Brasil é referência internacional no tratamento da doença, mas o acesso ainda não é equitativo. Pessoas que vivem longe de capitais ou regiões metropolitanas são mais prejudicadas, segundo a presidente-executiva da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia, Indianara Galhardo. A inclusão da hemofilia na Política Nacional de Doenças Raras e a construção de uma linha de cuidados no SUS foram outras reivindicações apresentadas durante a audiência. O senador Flávio Arns, do PSB do Paraná, se comprometeu a elaborar um documento sistematizando essas demandas: (sen. Flávio Arns) "Nós vamos elaborar no Senado, como desdobramento dessa audiência pública, também um documento da linha de cuidados, o Ciclo da Vida. O Programa Nacional de Coagulopatias Hereditárias acompanha atualmente 35 mil, 852 pacientes. 34% deles têm hemofilia do tipo A, a mais comum, e 6% hemofilia do tipo B. NESTA SEXTA-FEIRA, LEIS E NORMAS QUE BUSCAM RESTRINGIR O USO DO PLÁSTICO DESCARTÁVEL ESTARÃO EM DEBATE NA AUDIËNCIA PÚBLICA PROMOVIDA PELA COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS. O SENADOR ESPERIDIÃO AMIN, DO PP DE SANTA CATARINA, MARCOU A REUNIÃO NA COOPERATIVA DE ELETRICIDADE DE SÃO LUDGERO, REGIÃO QUE TEM FORTE PRESENÇA NO SETOR DE PLÁSTICOS. DEVEM PARTICIPAR REPRESENTANTES DA INDÚSTRIA, PESQUISADORES, TRABALHADORES E CATADORES. OUTRAS NOTÍCIAS ESTÃO DISPONÍVEIS EM: SENADO.LEG.BR/RADIO.

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