Boletim.leg - Edição das 14h
Apesar de defender diálogo, senador governista não descarta taxar produtos americanos. Presidente do Senado comemora isenção de vistos para a Guiana Francesa.

Transcrição
APESAR DE DEFENDER DIÁLOGO, SENADOR GOVERNISTA NÃO DESCARTA TAXAR PRODUTOS AMERICANOS.
Nós vamos responder primeiro buscando o acordo , se não for possível, aplicar a Lei da Reciprocidade.
PRESIDENTE DO SENADO COMEMORA ISENÇÃO DE VISTOS PARA A GUIANA FRANCESA
... EU SOU TIAGO MEDEIROS E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG
APESAR DE DEFENDEREM NEGOCIAÇÕES COM OS ESTADOS UNIDOS, SENADORES NÃO DESCARTAM USAR A LEI DE RECIPROCIDADE APÓS NOVA TAXAÇÃO SOBRE O AÇO E ALUMÍNIO BRASILEIROS. REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN.
PRESIDENTE DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES DEFENDEU QUE O GOVERNO BRASILEIRO REFORCE AS NEGOCIAÇÕES COM OS ESTADOS UNIDOS PARA REVER NOVA TAXAÇÃO SOBRE O AÇO, ALUMÍNIO E DERIVADOS.
SENADOR GOVERNISTA NÃO DESCARTA O MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES APLICAR A LEI DE RECIPROCIDADE, QUE VAI PERMITIR O BRASIL APLICAR AS MESMAS TARIFAS. REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN.
Já está em vigor nos Estados Unidos a cobrança de uma taxa de 50% sobre importações de aço, alumínio e derivados.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores, senador Nelsinho Trad, do PSD de Mato Grosso do Sul, defende que o Brasil insista na retomada de uma cota livre do tarifaço.
Até março, o País podia exportar até 3,5 milhões de toneladas de aço semiacabado e 687 mil toneladas de produtos acabados por ano sem taxas.
Penso que nós devemos insistir no diálogo, no encontro bilateral, para mostrar que nós queremos exatamente o que já foi feito em 2019.
Apesar de defender as negociações, o líder do PT, senador Rogério Carvalho, de Sergipe, não descartou o uso da Lei de Reciprocidade, que permite o Brasil cobrar tarifas proporcionais de produtos norte-americanos.
eles não têm porque eles estarem nessa lógica de aplicar sanção e tarifa contra o Brasil. Nós vamos responder primeiro buscando o acordo como é da diplomacia brasileira e depois, se não for possível, aplicar a Lei da Reciprocidade.
Os empresários do setor do aço manifestaram preocupação com a nova taxação e já revelaram uma queda de até 15% nas exportações para os Estados Unidos.
O PRESIDENTE DO SENADO COMEMOROU O FIM DA EXIGÊNCIA DE VISTO PARA QUE BRASILEIROS ENTREM NA GUIANA FRANCESA. REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
O PRESIDENTE DO SENADO COMEMOROU O FIM DA EXIGÊNCIA DE VISTO PARA QUE BRASILEIROS ENTREM NA GUIANA FRANCESA.
A ISENÇÃO FOI ANUNCIADA PELO PRESIDENTE DA FRANÇA, EMMANUEL MACRON, DURANTE VISITA DO PRESIDENTE LULA AO PAÍS EUROPEU. REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, lembrou que as tratativas para isentar da necessidade de visto de brasileiros para entrada na Guiana Francesa se iniciaram em março do ano passado, quando da visita do presidente da França ao Brasil.
Na ocasião, a bancada do Amapá se reuniu com Emmanuel Macron para discutir a questão.
Na opinião de Davi Alcolumbre, a decisão vai aprofundar a integração, a cooperação e o desenvolvimento na região fronteiriça.
É uma conquista travada há muitos anos, era um sonho dos amapaenses. É uma vitória histórica, estamos todos comemorando muito com essa relação que temos com a Guiana Francesa, com o Amapá e, por que não dizer, com a França e com o Brasil.
O líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues, do PT do Amapá, também comemorou a isenção do visto por facilitar a "construção de pontes em direção ao desenvolvimento e futuro cada vez melhor para o povo do Amapá".
O FÓRUM PARLAMENTAR DO BRICS VAI INCLUIR A REUNIÃO DE MULHERES NAS PRÓXIMAS EDIÇÕES DO EVENTO. REPÓRTER MARCELLA CUNHA.
O FÓRUM PARLAMENTAR DO BRICS VAI INCLUIR A REUNIÃO DE MULHERES NAS PRÓXIMAS EDIÇÕES DO EVENTO.
A INICIATIVA INÉDITA DO BRASIL FORTALECE A PARTICIPAÇÃO FEMININA NAS DECISÕES DO GRUPO, QUE TAMBÉM QUER A CRIAÇÃO DE UM FUNDO PARA MULHERES DE COMUNIDADES MAIS VULNERÁVEIS A MUDANÇAS DO CLIMA. REPÓRTER MARCELLA CUNHA.
O 11º Fórum Parlamentar do Brics de 2025 representou um avanço significativo na promoção da igualdade de gênero, estabelecendo bases para futuras ações e colaborações entre os países membros.
A partir do ano que vem, na Índia, o evento vai incluir na programação a Reunião de Mulheres Parlamentares, iniciativa brasileira que antecedeu a abertura oficial do evento.
Para a senadora Leila Barros, do PDT do Distrito Federal, que é líder da Bancada Feminina, a decisão reafirma o papel estratégico das mulheres na busca por soluções para os desafios globais.
É a pauta econômica, claro da questão climática então, que de fato a gente conte com a sensibilidade dos governantes, e que a gente possa nas reuniões do bloco, nessas cúpulas debater os temas pertinentes às mulheres.
A senadora Leila sugeriu ainda a criação de um fundo do Brics para mulheres vulneráveis e de um observatório de gênero e clima do grupo, além de investimentos do Banco do Brics em negócios verdes.
As parlamentares do bloco também alertaram sobre os impactos da inteligência artificial nas mulheres, como algoritmos com viés masculino e a falta da inclusão digital.
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