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CAE aprova serviço militar voluntário para mulheres

01:52CAE aprova serviço militar voluntário para mulheres

Transcrição LOC: AS MULHERES PODERÃO SE ALISTAR PARA O SERVIÇO MILITAR QUANDO COMPLETAREM 18 ANOS. LOC: PROJETO DE LEI NESSE SENTIDO FOI APROVADO NA COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS. REPÓRTER BRUNO LOURENÇO. (Repórter) “Completou 18 anos? Chegou a hora de viver uma nova experiência. Aliste-se nas Forças Armadas. O prazo vai até 30 de junho”) Os brasileiros do sexo masculino já sabem. No ano em que completam dezoito anos eles precisam se alistar. Desconforto para alguns, oportunidade para outros. A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou a opção do alistamento para as mulheres. O senador Esperidião Amin, do PP de Santa Catarina, explicou que 30% das vagas ficarão reservadas para as mulheres, desde que haja procura e disponibilidade orçamentária. Amin disse que as Forças Armadas calculam serem necessários mais de 500 milhões de reais para a adaptação dos quartéis às recrutas. (Esperidião Amin) As leis de diretrizes orçamentárias e orçamentária anual dos próximos exercícios financeiros deverão conter previsão própria e suficiente para viabilizar a prestação voluntária. (Repórter) A senadora Kátia Abreu, do PDT do Tocantins, no entanto, questionou esses números. (Kátia Abreu) Não haverá despesa colegas. Nós não vamos construir alojamento novo, nós não vamos construir banheiro novo, nós só vamos dividir e separar o alojamento que ficam as mulheres e o alojamento que ficam os homens. Qual é o problema então? Na minha avaliação não está tendo por parte do exército - como sempre teve com a população brasileira - uma boa vontade nessa área. (Repórter) O alistamento será obrigatório apenas para os homens. A proposta segue para a análise da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. (BG ANÚNCIO ALISTAMENTO “Serviço militar, agora é a sua vez”) PLS 213/2015

As mulheres poderão se alistar para o serviço militar quando completarem 18 anos. Projeto de lei nesse sentido (PLS 213/2015) foi aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos e seguiu para a votação na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional. O relator, Esperidião Amin (PP-SC), explicou que 30% das vagas ficarão reservadas para as mulheres, desde que haja procura e disponibilidade orçamentária. Kátia Abreu (PDT-TO), no entanto, não acredita que haverá custos extras com as medidas, basta separar alas dos quartéis atuais para o contingente feminino. A reportagem é de Bruno Lourenço.

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