Boletim.leg - Edição das 14h — Rádio Senado
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Boletim.leg - Edição das 14h

Comissão aprova cota raciais em concursos públicos com Comitê de Heteroidentificação. Senado aprova o uso do Símbolo Internacional de Acessibilidade das Nações Unidas, que é mais inclusivo.

30/04/2025, 14h21 - atualizado em 30/04/2025, 14h51
Duração de áudio: 05:06

Transcrição
COMISSÃO APROVA COTA RACIAIS EM CONCURSOS PÚBLICOS COM COMITÊ DE HETEROIDENTIFICAÇÃO. vai dizer se realmente eles preenchem os requisitos para serem selecionados pela política de cotas. SENADO APROVA O USO DO SÍMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSIBILIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS, QUE É MAIS INCLUSIVO. ... EU SOU TIAGO MEDEIROS E ESTE É O BOLETIM PONTO LEG A COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS A RESERVA 30% DAS VAGAS NOS CONCURSOS PÚBLICOS PARA PESSOAS PRETAS, PARDAS, INDÍGENAS E QUILOMBOLAS. REPÓRTER MARCELA DINIZ. O projeto de lei aprova reserva 30% das vagas em concursos públicos para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas. O relator, senador Humberto Costa, do PT de Pernambuco, rejeitou duas mudanças aprovadas pelos deputados para manter a revisão da política pública a cada 10 anos e as comissões de heteroidentificação. Para o autor do projeto, senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, é importante manter esses colegiados para evitar fraudes nas cotas. (sen. Paulo Paim) "Quando você vai entrar na política de cotas, você vai declarar: 'Sou preto, sou pardo, sou indígena, sou quilombola' e, infelizmente, existe muita falsificação, infelizmente, isso existe. E essa comissão de heteroidentificação é quem vai dizer se está certo ou errado, se realmente eles preenchem os requisitos para serem selecionados pela política de cotas." A princípio, o projeto das cotas em concursos públicos ainda teria de passar pela Comissão de Constituição e Justiça, mas a CDH aprovou um pedido de urgência para votação no Plenário, feito pelo senador Rogério Carvalho, do PT de Sergipe. O ACORDO DE COMPRA DO BANCO MASTER PELO BRB - BANCO DE BRASÍLIA - SERÁ DISCUTIDO NA COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS. REPÓRTER CESAR MENDES. O convite aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos é para que os presidentes do Banco Master, Daniel Vorcaro, e do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, prestem  esclarecimentos sobre a compra de 58% do capital do Master pelo banco estatal por 2 bilhões de Reais. A senadora Damares Alves, do Republicanos do Distrito Federal, autora do pedido do debate, lembrou que além de não ter publicado o balanço de dezembro, o Banco Master fracassou numa tentativa recente de emissão de títulos em dólares. (senadora Damares Alves) "Está causando muita inquietação na sociedade e nós entendemos que a vinda deles aqui acalmaria a sociedade, eles trariam as explicações necessárias, e a gente daria um passo no sentido de esclarecer tudo que está acontecendo." A audiência pública com os presidentes do Banco Master e do BRB ainda não tem data agendada. O PLENÁRIO APROVOU O PROJETO QUE SUBSTITUI O SÍMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSO PELO SÍMBOLO INTERNACIONAL DE ACESSIBILIDADE DAS NAÇÕES UNIDAS. REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN. O projeto troca o Símbolo Internacional de Acesso, a imagem da cadeira de rodas, pelo Símbolo Internacional de Acessibilidade, criado pelas Nações Unidas em 2015 na figura de uma pessoa dentro de um círculo representando as diversas deficiências. Pela proposta, a identificação será colocada nos locais que possibilitem de fato o acesso, a circulação e o uso por qualquer pessoa com deficiência. A senadora Mara Gabrilli, do PSD de São Paulo, destacou que o novo símbolo permitirá que a sociedade pense nos outros tipos de deficiência.  Com esse novo símbolo,a gente passa uma mensagem muito mais inclusiva. É como dizer para a sociedade que a sensibilidade vai além da mobilidade, é sobre garantir mais autonomia e respeito para todas as pessoas com deficiência. O projeto também estabelece pisos antiderrapantes, regulares, táteis direcionais e de alerta, além de mapa ou maquete tátil com informação sobre os locais mais utilizados. Segundo Mara Gabrilli, as pessoas com deficiência visual também serão atendidas.  Para mim, é mais do que uma mudança de placa, é uma mudança de mentalidade. É a gente olhar para a diversidade humana com mais responsabilidade, mais empatia. Segundo o IBGE, cerca de 19 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência no Brasil. O projeto volta à Câmara dos Deputados.  OUTRAS NOTÍCIAS ESTÃO DISPONÍVEIS EM: SENADO.LEG.BR/RADIO.

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