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O discurso e a prática: promessas da Constituição que não saíram do papel

32:09O discurso e a prática: promessas da Constituição que não saíram do papel
1ª parte
06:48
2ª parte
07:04
3ª parte
05:57
4ª parte
06:30
5ª parte
05:50

No dia 5 de outubro de 1988, a chamada Constituição Cidadã foi promulgada em clima de festa e trazia como promessa a esperança de tempos melhores, uma nova época de tolerância e progresso. A Carta Magna foi anunciada em um discurso histórico feito pelo presidente da Assembleia Nacional Constituinte, o deputado Ulisses Guimarães, como “o documento da liberdade, da democracia e da justiça social”.

Um símbolo da redemocratização do país, o texto consagrou uma série de direitos e garantias individuais e estabeleceu as regras que devem ser seguidas pelos cidadãos e pelos poderes da República. No entanto, 30 anos depois, muitos avanços previstos não chegaram para milhões de brasileiros

Na série “O discurso e a prática: As promessas da Constituição cidadã que não saíram do papel”, o jornalista George Cardim, da Rádio Senado, relembra a intensa mobilização da sociedade nos 21 meses de debates e negociações no Congresso Nacional. Também revela com depoimentos de pessoas comuns e especialistas o descompasso entre as esperanças do Constituinte e a realidade das ruas. E traz críticas e queixas aos direitos que são cotidianamente negligenciados, como a saúde, a educação, a demarcação de terras indígenas e um salário mínimo digno.

TÓPICOS:
30 anos da Constituição  Assembleia Nacional Constituinte  Carta Magna  Constituição  Democracia  garantias individuais  Justiça  Redemocratização  Ulisses Guimarães 

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