Salário mínimo

Senadores defendem regra atual do reajuste do salário mínimo

01:53Senadores defendem regra atual do reajuste do salário mínimo

Transcrição LOC: SENADORES DA BASE DO GOVERNO E DA OPOSIÇÃO DEFENDERAM A MANUTENÇÃO DA REGRA ATUAL DE REAJUSTE DO SALÁRIO MÍNIMO. LOC: A CORREÇÃO DO PISO BASEADA NO CRESCIMENTO DA ECONOMIA E NA INFLAÇÃO DEIXA DE VALER PARA O ANO DE 2020, SE UMA NOVA LEI NÃO FOR VOTADA. REPÓRTER HÉRICA CHRISTIAN. (Repórter) Desde 2008, o reajuste do salário mínimo é feito com base numa fórmula que considera a média do crescimento da economia e a taxa de inflação. Antes dessa regra, a correção do piso era definida pela equipe econômica por meio de um projeto de lei enviado ao Congresso Nacional. Pelo atual cálculo, o salário mínimo de 2019 será de R$ 1.002. Mas para que essa regra continue valendo, o Legislativo terá que aprovar novamente a política, que de acordo com a medida provisória editada em 2015, vai até o ano que vem. Ao lembrar que no passado o reajuste do salário mínimo virava um leilão, já que cada parlamentar sugeria um valor, o líder do governo, senador Romero Jucá, do PMDB de Roraima, defendeu a continuidade desse cálculo. (Romero Jucá) Defendo a manutenção do processo porque dá ganho real ao salário mínimo. É muito importante continuar recuperando o poder de compra do salário mínimo. Nesses últimos anos, o aumento foi pouco porque não houve crescimento da economia. Agora com o governo Michel Temer temos o crescimento da economia e, portanto, no futuro, o salário mínimo será valorizado. (Repórter) O líder da minoria, senador Humberto Costa, do PT de Pernambuco, destacou que o reajuste atual do salário mínimo tem impactos positivos para a economia como um todo. Por isso, defende a manutenção da fórmula iniciada no governo Lula. (Humberto Costa) Acho que até o presente momento, ela se mostrou adequada porque não onera pesadamente as empresas e o próprio Poder Público. E por outro lado, ela garante aumentos reais, ainda que paulatinos, com a recuperação progressiva do poder aquisitivo da população. (Repórter) Segundo o Dieese, mais de 46 milhões de brasileiros têm sua renda baseada no salário mínimo, usado também como referência pela Previdência Social.

Oposição e governo são favoráveis à manutenção da atual regra de reajuste do salário mínimo. A correção do piso é feita com base no crescimento da economia e na taxa de inflação. Por essa fórmula, quase metade dos trabalhadores e aposentados do INSS receberão R$ 1.002 no ano que vem. O líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR), defendeu a aprovação de um projeto que mantenha as atuais regras. O líder da minoria, senador Humberto Costa (PT-PE), ressaltou que o aumento real do salário mínimo repercute de maneira positiva na economia como um todo.

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