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Regina Sousa é a nova presidente da Comissão de Direitos Humanos

14/03/2017, 15h46 - ATUALIZADO EM 14/03/2017, 15h59
Duração de áudio: 02:04
Foto: Geraldo Magela / Agência Senado

Transcrição
LOC: A SENADORA REGINA SOUSA, DO PT DO PIAUÍ, É A NOVA PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA. E O SENADOR PAULO PAIM, DO PT GAÚCHO, O VICE-PRESIDENTE. LOC: A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E SEUS EFEITOS NA VIDA DAS PESSOAS SERÁ UM DOS TEMAS PRIORITÁRIOS DE DISCUSSÃO NO COLEGIADO. REPÓRTER IARA FARIAS BORGES: TÉC: A eleição dos senadores petistas Regina Sousa, do Piauí, e Paulo Paim, do Rio Grande do Sul, para a presidência e vice-presidência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa foi feita por aclamação. Ao ressaltar que a CDH vai continuar como palco de debates em defesa dos brasileiros, Regina Sousa contestou a ideia de que os direitos humanos apoiam criminosos. (REGINA) “São para preservar os direitos frente à truculência do Estado e de setores do poder econômico. A crítica aos direitos humanos acabou se consolidando no discurso do ódio, para o qual toda acusação de arbitrariedade, toda contestação, é tratada como mimimi, como se fosse a defesa de criminosos, enquanto a população estaria desarmada, correndo risco. Este argumento repetido à exaustão em programas de TV é falacioso”. (REPÓRTER): Também o senador João Capiberibe, do PSB do Amapá, destacou a importância da CDH na defesa da sociedade. E citou as reformas trabalhista e da Previdência como temas prioritários de discussão na comissão em 2017. (CAPIBERIBE) “São reformas para retirar direitos, para condenar os mais vulneráveis e fortalecer aqueles que mais possuem. Há uma tentativa explícita de eliminar essa possibilidade de a gente construir uma nação de direitos, uma nação que contemple a todos. Esses são os objetivos das reformas em curso. Então, essa comissão vai ter um papel muito importante na defesa do conjunto da sociedade”. (REPÓRTER): Após a eleição da presidência, a CDH aprovou requerimentos para realização de audiências públicas e diligências a serem feitas nos estados. Entre os temas de debates estão os efeitos da reforma da Previdência para as mulheres e para os policiais civis e militares; a terceirização, a aquisição de equipamentos de segurança pública e os cursos de Enfermagem feitos a distância. Da Rádio Senado, Iara Farias Borges.

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