Pronampe

Programa de apoio a micro e pequenas empresas poderá ter terceira fase

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) pode ter uma terceira etapa. Esse é o objetivo de um projeto apresentado pelo senador Jorginho Mello (PL-SC). O texto estabelece juros mais elevados do que aqueles praticados nas primeiras etapas, que eram de 1,25%, acrescidos da taxa Selic. De acordo com a proposta, a terceira fase do Pronampe teria taxas de 6% mais Selic ao ano e um limite máximo de financiamento de R$ 300 mil. Ouça os detalhes na reportagem de Pedro Pincer, da Rádio Senado. 

29/10/2020, 18h02 - ATUALIZADO EM 30/10/2020, 09h20
Duração de áudio: 01:59
Pequena fábrica de gelo.
Foto: Foto: Prefeitura de Itupeva/SP

Transcrição
LOC: PROJETO GARANTE TERCEIRA FASE DE PROGRAMA DE APOIO À MICRO E PEQUENA EMPRESA LOC: TEXTO PREVÊ TAXA DE JUROS DE SEIS POR CENTO AO ANO MAIS SELIC, CARÊNCIA DE SEIS MESES E LIMITE DE 300 MIL REAIS PARA FINANCIAMENTOS. O REPÓRTER PEDRO PINCER TEM OS DETALHES: TÉC: O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o Pronampe, está perto de ter uma terceira etapa. Esse é o objetivo de um projeto apresentado pelo senador Jorginho Mello, do PL de Santa Catarina. O texto estabelece juros mais elevados do que aqueles praticados nas primeiras etapas, que eram de 1,25 por cento mais taxa Selic. Serão taxas de 6% mais Selic ao ano e um limite máximo de financiamento de R$ 300 mil. A carência continua em seis meses. O aporte inicial dessa nova etapa está previsto em R$ 10 bilhões, mas a intenção é que o valor alcance R$ 40 bilhões. Jorginho Mello explica a importância da iniciativa para os micros e pequenos empresários (Jorginho Mello) Se não fosse essa linha de crédito, a quebradeira teria sido enormemente maior. Já emprestamos 32 bilhões e gora temos, mais 10 bilhões que será alavancado por quatro, então nós estamos falando de mais cinquenta bilhões, se somando com os 32, nós estamos falando de 82 bilhões. Isso é muito dinheiro O senador justifica o aumento dos juros dizendo que se não fosse assim, os bancos não alavancarão os recursos e possivelmente não emprestarão para as micro e pequenas empresas porque a linha não seria atraente. Segundo Jorginho Mello, o Pronampe é uma modalidade de crédito que veio para ficar. (Jorginho Mello) É um programa definitivo. Os bancos entenderam que agora tem que ajudar para daqui um pouco poder contar com essa linha de crédito, alavancando os negócios, melhorando o ambiente de negócios e tendo um cliente em potencial. Segundo o governo federal, mais de 450 mil contratos já foram efetuados desde o início do Pronampe. Da Rádio Senado, Pedro Pincer PL 5029/2020

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