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Programa pode oferecer financiamento de até 90% de plano de negócio para micro e pequenas empresas

27/06/2016, 17h28 - ATUALIZADO EM 27/06/2016, 17h28
Duração de áudio: 01:57
Foto: Foto: Cris Castello Branco / educacao.sp.gov.br

Transcrição
LOC: PROGRAMA PODERÁ OFERECER FINANCIAMENTO DE ATÉ 90% DE PLANO DE NEGÓCIO PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. LOC: É O QUE PREVÊ PROJETO DE LEI EM ANÁLISE NA COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS. A REPORTAGEM É DE REBECA LIGABUE E FOI UMA SUGESTÃO DO OUVINTE DIMMY MAGALHÃES, DE TERESINA, PIAUÍ. TÉC: Com o objetivo de aumentar a geração de emprego e renda no país, projeto de lei estabelece a criação do Programa Nacional de Estímulo à Primeira Empresa. O programa pode ser implantado para oferecer apoio financeiro para micro e pequenas empresas nas áreas da indústria, do comércio ou da prestação de serviços, que tiverem sido criadas há, no máximo, doze meses. A ideia é que os recursos destinados à primeira empresa sejam financiados com o Fundo de Amparo ao Trabalhador. Autor do projeto, o senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul, explica que a iniciativa também proporcionará ações de capacitação e assessoria pós-crédito para novos empreendedores. (sen Paim) Dá para fazer uma série de parcerias com entidades que dão curso nesse sentido, como Pronatec, Sebrae, Sistema S, dá para fazer parcerias no sentido de preparar essa moçada para o desenvolvimento e o crescimento das micro e pequenas empresas. (REP) Paim destaca que as micro e pequenas empresas são responsáveis pela geração de uma parcela significativa de empregos no país. (sen Paim) Como as micro e pequenas empresas são as que mais geram emprego no país, uma vez que elas se desenvolvem, elas estão gerando emprego, estão gerando renda. E, com isso, todos ganham. (REP) O teto de financiamento é de 50 mil reais e a empresa deverá ter recursos correspondentes a 10% do total do plano de negócio. Para participar, as pessoas físicas ou jurídicas não poderão ser sócias de outra empresa ou ter restrições cadastrais de crédito. Além disso, a empresa deverá ter faturamento bruto anual de, no máximo, 1 milhão e 200 mil reais. A proposta tem parecer favorável do relator, senador Ricardo Franco do Democratas de Sergipe, e está em análise em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos. Da Rádio Senado, Rebeca Ligabue. PLS 140/2016

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