Proposta

Idosos serão recebidos de forma escalonada por idade no atendimento prioritário

Pessoas idosas poderão ser recebidas de forma escalonada no atendimento prioritário tendo como base a idade. Projeto nesse sentido foi aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais (PLS 42/2018). O senador Eduardo Girão (Podemos-CE), relator da proposta, destacou que o avanço da idade exige novas necessidades. A reportagem é de Rodrigo Resende, da Rádio Senado.

09/08/2019, 12h17 - ATUALIZADO EM 09/08/2019, 14h20
Duração de áudio: 01:19
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Transcrição
LOC: A COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS APROVOU UMA PROPOSTA QUE CRIA UMA ESPÉCIE DE ESCALA PARA ATENDIMENTOS PRIORITÁRIOS DE PESSOAS IDOSAS. LOC: TERÃO VEZ EM PRIMEIRO LUGAR AS PESSOAS COM MAIS DE 90 ANOS. LOGO DEPOIS, A PRIORIDADE SEGUE POR DÉCADA DE VIDA, ATÉ OS 60 ANOS. A REPORTAGEM É DE RODRIGO RESENDE: (Repórter) O Estatuto do Idoso de 2003 prevê prioridade em filas e atendimentos para maiores de 60 anos. Em 2017, uma alteração na lei determinou que dentro dessa prioridade, devem ser atendidas em primeiro lugar as pessoas com mais de 80 anos. Um projeto da senadora Simone Tebet, do MDB de Mato Grosso do Sul, aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais, quer deixar claro esse benefício e criar escalas, década por década, para o atendimento. Assim, os primeiros a terem vez serão os maiores de 90 anos, seguidos por aqueles com 80 e 70 anos, e, por fim, pelos maiores de 60. O senador Eduardo Girão, do Podemos do Ceará, que relatou a proposta, defendeu as novas regras: (Eduardo Girão) Vai atender aquelas pessoas que tem a idade mais avançada e que quanto mais você fica idoso mais necessidade você tem de atendimento, e de dificuldade de locomoção. Sabe aquelas coisas que a gente pensa que já existe aquele projeto? É tão óbvio. As pessoas que tem 90, que tem 80, a prioridade vai passando a medida da idade. (Repórter) De acordo com dados do IBGE, o Brasil possui 28 milhões de idosos, o que corresponde a 13 por cento da população. A proposta será analisada agora pela Câmara dos Deputados. PROJETO: PLS 42/2018

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