Comissões

CDR realiza debate no Rio de Janeiro sobre reconhecimento do forró como Patrimônio Imaterial Brasileiro

A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) realizou nesta quinta-feira (26) mais uma audiência pública sobre a proposta de incluir o forró como Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira. Foi a vez do Rio de Janeiro receber a reunião. Desde o ano passado, a CDR tem percorrido alguns estados para discutir a iniciativa. A presidente do colegiado, senadora Fátima Bezerra (PT-RN), ressaltou que vem realizando um trabalho de sensibilização com a sociedade e parlamentares para que  o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tenha recursos suficientes para fazer estudos e análises. A reportagem é de Gustavo Azevedo, da Rádio Senado.

26/04/2018, 18h26 - ATUALIZADO EM 26/04/2018, 18h36
Duração de áudio: 01:45
Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) realiza reunião deliberativa com 07 itens. Na pauta, o PLS 68/2016, que amplia benefícios tributários à Zona Franca Verde. 

À mesa, presidente da CDR, senadora Fátima Bezerra (PT-RN). 

Bancada: 
senador Paulo Rocha (PT-PA); 
senadora Regina Sousa (PT-PI).

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Foto: Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Transcrição
LOC: A COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL FOI ATÉ O RIO DE JANEIRO PARA UMA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O RECONHECIMENTO DO FORRÓ COMO PATRIMÔNIO IMATERIAL DO BRASIL. LOC: ALÉM DO RIO, A CDR VAI DEBATER O ASSUNTO EM NATAL, SÃO PAULO E NO DISTRITO FEDERAL. REPÓRTER GUSTAVO AZEVEDO. TÉC: A quadrilha, o xote, o baião, o xaxado. Todas esses estilos musicais e danças estão associados ao forró de raiz, ritmo tipicamente nordestino mas que está presente em todo o Brasil. Desde o ano passado, a Comissão de Desenvolvimento Regional tem percorrido alguns estados para discutir a proposta que transforma o forró em Patrimônio Imaterial Brasileiro. E foi a vez do Rio de Janeiro receber uma audiência pública sobre o tema. A presidente da Comissão, senadora Fátima Bezerra, do PT do Rio Grande do Norte, ressaltou que é necessário proteger as matrizes culturais e tradicionais. Ela destacou ainda que vem realizando um trabalho de sensibilização com a sociedade e parlamentares para que o Iphan, instituto que concede o reconhecimento, tenha recursos suficientes para fazer estudos e análises. (Fátima) Nós queremos dar visibilidade ao tema junto à sociedade, dialogando. Tudo isso, com o intuito de fazer todo um trabalho de sensibilização junto ao Congresso Nacional. E esse trabalho exige muito fôlego para que ao final tenhamos aquilo que todos nós desejamos, que é o registro, o reconhecimento do forró como Patrimônio Imaterial da Cultura Popular Nacional. (REP) A mobilização para transformar o ritmo em patrimônio imaterial veio dos músicos, compositores, intérpretes e dançarinos de forró. A iniciativa busca proteger a cultura e valorizar as danças e festas regionais. Da Rádio Senado, Gustavo Azevedo.

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