CCJ vai ouvir envolvidos em denúncias contra governo

02:16CCJ vai ouvir envolvidos em denúncias contra governo

LOC: A COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA DO SENADO VAI OUVIR NESTA QUARTA-FEIRA A SERVIDORA DA RECEITA FEDERAL SUSPEITA DE VIOLAR DADOS FISCAIS DO VICE-PRESIDENTE DO PSDB, EDUARDO JORGE. CONFIRA NA REPORTAGEM GEORGE CARDIM. 

TÉC: O requerimento do senador Álvaro Dias, do PSDB do Paraná, convida a analista tributária Antonia Aparecida Neves Silva para explicar ¿as denúncias sobre a quebra do sigilo fiscal¿ do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira. Antônia Aparecida é suspeita de acessar e vazar os dados do Imposto de Renda do tucano. Segundo Álvaro Dias, as informações sigilosas seriam usadas para elaborar um dossiê contra o candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra. (Dias) O Código Tributário Nacional foi violado e sobretudo a Constituição Federal do país foi violentada. O vazamento das informações fiscais e a quebra do sigilo bancário, ações criminosas, isso é parte de uma estratégia de espionagem com o objetivo de alvejar os adversário , no período eleitoral, na tentativa de obter vantagens eleitoreiras. (Cardim) Após as denúncias feitas pela imprensa, a Corregedoria da Receita Federal abriu processo administrativo para apurar possíveis irregularidades. Se a investigação indicar crimes como a violação ou o vazamento de informações sigilosas, o servidor responsável poderá ser demitido e condenado pela Justiça a até seis anos de prisão. Os senadores também devem ouvir o ex-funcionário da Presidência da República Demetrius Felinto, que, segundo a Revista Veja, teria apagado as imagens das fitas que comprovariam o suposto encontro entre a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira e a ex-ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff. A reunião teria ocorrido no final de 2008, no Palácio do Planalto. No ano passado, em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça, Lina Vieira reafirmou que ouviu um pedido de Dilma Roussef para agilizar uma investigação feita pelo Fisco sobre as empresas de Fernando Sarney. A ex-ministra da Casa Civil nega o encontro e qualquer tipo de interferência do governo no assunto.

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