Bienal de SP bate recorde e amplia alcance das ações do Senado
O Senado Federal participou da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, encerrada no dia 13 de setembro com recorde de 760 mil visitantes. A Casa levou cerca de 250 títulos sobre história, política, legislação e cultura, além de atividades sobre o e-Cidadania, o Arquivo e a Biblioteca do Senado e a coleção Escritoras do Brasil. O estande também promoveu oficinas e rodas de conversa para aproximar o público do trabalho do Legislativo.

Transcrição
Em meio a 269 expositores e mais de três milhões e meio de livros ofertados, o Senado participou com cerca de 250 títulos publicados pela própria Casa. O espaço também recebeu atividades sobre o Arquivo e a Biblioteca do Senado, a coleção Escritoras do Brasil, sustentabilidade e o programa e-Cidadania, que aproxima a população do processo legislativo.
A servidora do Senado Paula Oda explica que a proposta foi apresentar ao visitante diferentes formas de conhecer e se aproximar da Casa.
(Paula Oda) “O espaço de eventos, ele é muito interessante porque a instituição tem a possibilidade de conversar com a sociedade aqui. E mais do que vir aqui só e vender livros, a gente está aqui para representar a instituição, a gente está aqui para demonstrar tudo o que a gente tem de melhor para o cidadão, que muitas vezes não conhece tudo isso.”
Entre os destaques, estava a coleção Escritoras do Brasil, que recupera obras de autoras brasileiras que tiveram pouco reconhecimento em sua época. A coleção reúne 12 obras publicadas originalmente entre o século 18 e as primeiras décadas do século 20.
Para quem passou pelo estande, as publicações foram uma forma de entender melhor a história do país e o funcionamento das instituições.
É o caso da estudante Selena Carmona, que procurou justamente livros relacionados à política e à formação histórica do Brasil.
(Selena Carmona) “Eu peguei um livro explicando sobre o STF e o Senado, Formação Histórica da Nacionalidade Brasileira. Eu sou apaixonada por história, tudo o que envolve política, todo esse tipo de coisa, e poder ter contato com isso através da leitura é uma coisa que me interessa bastante.”
E se para alguns visitantes a busca era por conhecer mais sobre história e política, para a pedagoga Elizabeth da Silva o contato com esse tipo de conteúdo também mostra como a leitura pode contribuir para a formação e para o acesso à informação.
(Elizabeth da Silva) "Eu sou uma pessoa que eu amo a leitura, amo ler, e é uma oportunidade não só pelos valores, mas também pelo conhecimento. A gente precisa conhecer um pouquinho dos nossos direitos, um pouquinho do funcionamento desse país"
Entre livros de história e legislação e documentos que preservam a memória do país, a presença na Bienal mostrou que aproximar o cidadão do Legislativo também pode começar por algo tão simples quanto abrir um livro.
Com supervisão de Marcio Maturana, da Rádio Senado, Yasmim Rodrigues.

