Piranguinho poderá receber título de Capital Nacional do Pé de Moleque — Rádio Senado
Reconhecimento

Piranguinho poderá receber título de Capital Nacional do Pé de Moleque

Piranguinho, no sul de Minas Gerais, poderá receber o título de Capital Nacional do Pé de Moleque. O projeto (PL 2.362/2022) foi aprovado pela Comissão de Educação e Cultura do Senado. A produção artesanal do doce é uma tradição centenária no município e já é reconhecida como patrimônio cultural de Minas Gerais. A proposta segue para a sanção presidencial.

04/09/2026, 09h53
Duração de áudio: 01:35
Py4nf, CC BY 4.0 <https://creativecommons.org/licenses/by/4.0>, via Wikimedia Commons

Transcrição
Piranguinho, no sul de Minas Gerais, é conhecida pela produção artesanal do pé de moleque, tradição que começou no início do século XX, quando uma doceira passou a produzir e vender o doce na estação ferroviária da antiga linha Sapucahy. Mais de um século depois, a atividade se tornou um dos principais símbolos culturais e econômicos do município. Um projeto que concede a Piranguinho o título de Capital Nacional do Pé de Moleque foi aprovado pela Comissão de Educação e Cultura do Senado. A relatora da proposta, senadora Professora Dorinha Seabra, do União do Tocantins, destacou a importância da tradição para a identidade da cidade. Ela enfatiza em seu relatório, lido pelo senador Confúcio Moura, do MDB de Rondônia, a festa anual sobre o doce que ocorre na cidade. (senador Confúcio Moura) "Na edição de 2025, o esmero, o esmero dos produtores e o vigor da economia criativa, resultado em um doce monumental de 31 metros, atraindo o público superior a 17.000 pessoas nessa cidade. Mais que um evento festivo, a ocasião simboliza a hospitalidade mineira e a capacidade de transformar uma prática artesanal em um espetáculo de reconhecimento nacional."  O processo artesanal de fabricação do pé de moleque já é reconhecido como patrimônio cultural de Minas Gerais desde 2009. O projeto, de autoria do ex-deputado federal Bilac Pinto, segue para a sanção presidencial. Da Rádio Senado, Rodrigo Resende

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