Renúncia de Bruno Dantas abre vaga para indicação do Senado ao TCU
O Senado deverá escolher um novo ministro para o Tribunal de Contas da União (TCU) após a renúncia de Bruno Dantas. A Constituição exige que o indicado tenha entre 35 e 65 anos, idoneidade moral, reputação ilibada, conhecimentos relacionados às atribuições do tribunal e mais de dez anos de experiência profissional. Bruno Dantas deixa o TCU após 12 anos como ministro. Consultor legislativo, ele foi escolhido pelo Senado para integrar o TCU em 2014.

Transcrição
O consultor legislativo Bruno Dantas foi escolhido em 2014 pelo Senado Federal para ser um dos integrantes do Tribunal de Contas da União. Durante os 12 anos que ocupou o cargo, Bruno foi presidente do TCU de julho de 2022 a dezembro de 2024. Ao apresentar seu pedido de renúncia ao cargo de ministro, ele agradeceu a confiança do Senado Federal e afirmou que continuará atuando em outros projetos.
(Bruno Dantas) "Aos 48 anos, sigo intelectualmente inquieto. Encontrei nos projetos que quero abraçar agora o feixe de motivação de que precisava. Aos colegas ministros, aos auditores, à minha equipe, ao Senado Federal e mais importante à minha família: levo cada um de vocês comigo para sempre."
A vaga aberta pela renúncia de Bruno Dantas será ocupada por uma nova indicação do Senado Federal. O indicado pelos senadores passa por votação do Plenário, onde precisa de pelo menos 41 votos favoráveis. De acordo com a Constituição, o indicado para o Tribunal de Contas deverá ter entre 35 e 65 anos; ter idoneidade moral e reputação ilibada; notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública; e mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional. O TCU é composto por 9 ministros, 3 indicados pelo Senado, 3 pela Câmara dos Deputados e 3 pelo presidente da República.
Da Rádio Senado, Rodrigo Resende.

